terça-feira, 30 de junho de 2026

Natália Sousa conduz bate-papo gratuito sobre Nomear emoções para viver melhor no Sesc 24 de Maio

 

Jornalista, escritora e criadora do podcast Para dar Nome às Coisas conduz encontro gratuito sobre emoções, comunicação e relações interpessoais, integrando programação especial dos 80 anos do Sesc.

 

Créditos: Amanda Fogaça


 

São Paulo, julho de 2026 – No dia 8 de julho, às 10h, o Sesc 24 de Maio recebe a jornalista, escritora e podcaster Natália Sousa para o bate-papo Nomear emoções para viver melhor. A atividade convida o público a refletir sobre emoções, comportamentos e formas de comunicação que impactam diretamente as relações do cotidiano, seja no trabalho, na família, nas amizades ou nos vínculos afetivos.

 

Durante o encontro, serão abordados caminhos para o desenvolvimento do autoconhecimento emocional, o fortalecimento da escuta, a ampliação da empatia e a construção de relações mais saudáveis, conscientes e respeitosas. A proposta é promover uma conversa acolhedora e provocativa sobre a importância de compreender os próprios sentimentos para estabelecer conexões mais autênticas com o mundo ao redor.

 

O bate-papo integra a programação especial em comemoração aos 80 anos do Sesc, desenvolvida pela área de Educação em Saúde com foco no movimento Bem Me Quero. O movimento é uma iniciativa que tem o objetivo de trazer abordagens práticas e simples para o dia a dia sobre como cuidar da saúde mental e emocional, por meio de um conjunto de podcasts com diferentes especialistas.

 

Sobre a Natália Sousa

Natália Sousa é jornalista, escritora, podcaster e palestrante. Fundadora do podcast Para dar Nome às Coisas, dedica-se a temas relacionados ao autoconhecimento e às relações humanas. Também é criadora do projeto digital Me Dá uma Notícia Boa?.

 

Autora dos livros Medo de Dar Certo (2025) e Tua Vida em Mim, possui pós-graduação em Autoconhecimento e Filosofia pela PUC-RS. Ao longo da carreira, atuou em importantes veículos de comunicação, como TV Bandeirantes, Record TV, Estadão, RedeTV! e Revista AzMina.

 

Serviço

Nomear emoções para viver melhor

Com Natália Sousa

Datas: 8/7, quarta, às 10h

Local: Teatro do Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, República - SP

Classificação: 16 anos

Ingressos: grátis com retirada 1 hora antes no local.

Duração: 90 minutos

Mais informações: no site sescsp.org.br/24demaio

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

 

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Após lançamento em Perus, Cartilha Tempero de Oyá já está disponível para download gratuito

 


Depois de meses de encontros, trocas de saberes, escuta coletiva e partilha de experiências, a Coletiva Tempero de Oyá (@temperode_oya) celebra o lançamento da Cartilha Tempero de Oyá, publicação gratuita que reúne os aprendizados construídos ao longo do projeto Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer, realizado em Perus, na Zona Noroeste de São Paulo.


Além de um registro das atividades desenvolvidas, a cartilha se apresenta como um documento de memória, resistência e valorização da cultura alimentar afro-brasileira e periférica. O material reúne reflexões sobre alimentação, ancestralidade, território e identidade, além de receitas que carregam histórias e afetos, como Moqueca de Banana-da-Terra, Baião de Dois, Escondidinho de Mandioca com Carne-Seca, entre outras preparações compartilhadas ao longo do percurso.


O projeto promoveu uma série de rodas de conversa gratuitas, com tradução em LIBRAS, transformando a cozinha em um espaço de formação, escuta e fortalecimento comunitário.


A primeira atividade, realizada em fevereiro, teve como tema "Nutrição e Saúde" e contou com a participação da educadora social Valéria Pássaro. O encontro propôs reflexões sobre a alimentação como direito fundamental e expressão cultural, abordando a relação entre saúde, memória, afeto e acesso a alimentos de qualidade. A partir de relatos pessoais e experiências cotidianas, os participantes compartilharam vivências sobre hábitos alimentares e os desafios enfrentados em seus territórios.


Em março, a bióloga Bruna Macedo conduziu a roda "Soberania Alimentar: Plantar e Colher", que aprofundou o debate sobre autonomia alimentar, hortas comunitárias e sustentabilidade. O encontro destacou a importância do cultivo como ferramenta de transformação social, discutindo o acesso à terra, a valorização da produção local e a reconexão com os ciclos naturais dos alimentos.


Já em abril, a chef e sommelière Dani Souza conduziu a roda "Racismo Alimentar", promovendo uma reflexão sobre como as desigualdades raciais atravessam o sistema alimentar brasileiro. A conversa abordou os impactos do racismo estrutural no acesso à alimentação saudável, a invisibilização de saberes culinários afro-brasileiros e a necessidade de fortalecer a representatividade negra na gastronomia. O encontro também abriu espaço para relatos e reflexões sobre identidade, pertencimento e resistência cultural.


Ao longo do projeto, os encontros revelaram como a alimentação ultrapassa a dimensão nutricional, tornando-se uma ferramenta de construção de vínculos, preservação da memória e fortalecimento das comunidades. Esse conjunto de experiências deu origem à cartilha, construída de forma colaborativa a partir das contribuições, reflexões e saberes compartilhados pelos participantes.


A publicação é um convite para pensar a comida como prática de cuidado, pertencimento e transformação social. Ao registrar as vozes, histórias e conhecimentos que emergiram durante o projeto, a cartilha amplia o alcance das discussões para além dos encontros presenciais, permitindo que outras pessoas e territórios tenham acesso a esse patrimônio cultural coletivo.


A Cartilha Tempero de Oyá foi realizada com apoio do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.


Sobre a Coletiva Tempero de Oyá

Criada em 2015, em Perus, a Coletiva Tempero de Oyá nasceu como homenagem à horta de Dona Iracema e à ancestralidade ligada a Iansã. Desde então, desenvolve ações que unem culinária, memória, formação e fortalecimento comunitário por meio de oficinas, cursos, ações sociais e iniciativas voltadas à valorização da cultura alimentar afro-brasileira. Em 2024, recebeu pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para um encontro dedicado à história da cultura alimentar afro-brasileira.


Serviço: Lançamento Cartilha Tempero de Oyá

Realização: Coletiva Tempero de Oyá
Acesso gratuito (formato digital): https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view

Informações: https://www.instagram.com/temperode_oya/



sexta-feira, 19 de junho de 2026

Últimas semanas de O Diabo com Tetas de Dario Fo no Teatro Commune


Dia 28 de junho encerra a temporada da comédia O Diabo com Tetas de Dario Fo e Franca Rame, no Teatro Commune. “Estamos muito satisfeitos com o sucesso de público e crítica dessa deliciosa comédia”, comenta Augusto Marin, diretor geral do espetáculo.

Integram o elenco: Augusto Marin, Armando Liguori Junior, Natalia Albuk, Carlos Capelette, Fabrício Garelli, Juliano Dip, Isabela Prado, Mariana Blanski e Fabio Godinho. Sérvulo Augusto recriou as canções de Dario Fo que são executadas, ao vivo, com sanfona, violão e percussão, por Paulo Dantas e Pedro Mendes, que também atuam na peça.

Sinopse: A trama se passa em uma cidade medieval renascentista. Na trama, um diabo resolve entrar no corpo de um juiz severo e moralista para corrompê-lo, mas acaba entrando no corpo da empregada do juiz, criando uma confusão dos diabos!

"O Diabo com Tetas" é uma comédia satírica, provocante, irreverente, escandalosamente divertida, que tem como temas principais a justiça, a corrupção e a hipocrisia moral como males encarnados em nossa tradição. Um espelho das crises éticas atuais. Aborda também o preconceito e os julgamentos sobre as diferenças.

Uma comédia vibrante de Dario Fo, escrita em 1997, que tem como base a Commedia Dell´ Arte, mas adaptada para os dias atuais e para o Brasil, com um olhar contemporâneo.

Usando a linguagem grotesca da ironia, sarcasmo, confusões hilárias, trocas de corpos, máscaras, musicas, dança, linguagem física exuberante e o gramelô (linguagem inventada), Dario Fo expõe a fragilidade das instituições, a corrupção enraizada e o preconceito social.

Embora escrita há décadas, a obra se revela surpreendentemente atual, com cardeais corruptos, testemunhas falsas, repleta de servas e demônios que conduzem a trama para o paradoxo e o absurdo, reforçando a potência do texto de Dario Fo e sua capacidade de tratar temas sociais e políticos importantes de forma popular e cômica.

No elenco, um time de atores comediantes de primeira que fazem parte de Ubu Rei, de Alfred Jarry e Otelo, de John Mowat, do repertório do grupo, além de convidados especiais, como, Carlos Capelette, um dos maiores atores brasileiros.

Como afirma Dario Fo: “Qualquer semelhança com as notícias dos dias de hoje atuais é mera coincidência. Vocês sabem que os antigos sempre copiaram descaradamente escândalos e personagens de nossos eventos atuais!”

“Este ano comemora-se o centenário de Dario Fo e quisemos homenageá-lo com esse seu texto satírico, político e atual”, comenta Augusto Marin. Nosso agradecimento à Domitilla Ruffo (in memoriam), agente de Dario Fo, na Itália e toda a equipe da Agenzia Danesi Tolnay e da ABRAMUS.

A realização é da Commune e o projeto foi contemplado pela 41ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. Parceria com o Istituto Italiano di Cultura di San Paolo.

Dario Fo o autor

Dario Fo (1926-2016), autor, diretor e protagonista em mais de cem farsas e comédias, músicas e monólogos como Mistério Bufo, além de ter sido pintor, cenógrafo, figurinista, encenador, militante político e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1997.

Em 1999, Augusto Marin entrevistou Dario Fo e participou da Exposição Bonecos com Raiva e Sentimento e da passeata Contra as Tragédias, feita por Dario Fo e Franca Rame de Brescia a Roma, na Itália.

Uma Commune Teatral

A Commune é uma Companhia Teatral, fundada em 2003, que desenvolve pesquisa, produção, formação e intercambio teatral, tendo recebido diversos prêmios e se apresentado em Portugal e na Argentina. Seu repertório inclui: Ubu Rei, de Alfred Jarry, com Esther Góes, Nem Todo Ladrão vem para Roubar, de Dario Fo, Na Cama com Molière, baseado em O Doente Imaginário, e Otelo, de Shakespeare, ambos com direção de John Mowat, Anti Comics, uma paródia dos Super Heróis, de Sonia Daniel (coprodução internacional com apoio do IBERESCENA). Em 2014, foi declarada Patrimonio Cultural do Município de São Paulo, pelo CONPRESP. Desde 2005, é um Ponto de Cultura e desenvolve o Projeto Teatro Cidadão, que já formou mais de 2.000 jovens através de oficinas e da montagem de espetáculos.

Ficha Técnica

O Diabo com Tetas, de Dario Fo

Tradução: Danilo Alba e Augusto Marin

Direção Geral: Augusto Marin

Diretor: Armando Liguori Junior

Codireção: Matheus Melchionna

Elenco: Augusto Marin, Armando Liguori Junior, Natalia Albuk, Carlos Capelette, Fabrício Garelli, Juliano Dip, Isabela Prado, Mariana Blanski, Fabio Godinho, Paulo Dantas e Pedro Mendes (também músicos).

Cenários e Figurinos: Maria Ezou e Augusto Marin

Imagens e Desenhos: João Garcia Miguel (Portugal)

Cenotécnico e Adereços: Paulo Dantas, Nilton Araujo e Eder Pires

Costureiras: Celly Martins, Daniela Ferreira, Marilene Paraíso e Mônica Rocha

Música Original e Direção Musical: Sérvulo Augusto

Desenho de Luz: André Lemes

Operação de Luz e Som: André Lemes, Eder Pires e Matheus Melchionna

Máscaras: Helo Cardoso

Coreografias: Valéria Franco

Fotos: Carlos Garcia e Gustavo Zanetti

Vídeos: Gustavo Zanetti

Designer Gráfico: Natacha Ventura (Portugal)

Assessoria de Imprensa: Miriam Bemelmans

Direção de Produção: Luciane Ortiz e Augusto Marin

Administração, Contabilidade e Redes Sociais: Luciane Ortiz

Assistente de Produção: Anderval Areias, Mateus Pavão e Matheus Melchionna

Realização: Commune

Serviço:

O Diabo com Tetas, de Dario Fo

Temporada de 1º de maio a 28 de junho

Em junho, Quintas, Sexta e Sábado, às 20h e Domingo, às 19h30 - Não haverá sessões nos dias 19 (sexta) e 27 (sábado) em virtude dos jogos da Copa.

Teatro Commune @teatrocommune – São Paulo
Rua da Consolação, 1218, Consolação -  01302-001, São Paulo/SP
Fone: (11) 97665 2205
São Paulo - São Paulo

Próximo ao Metrô Higienópolis-Mackenzie
Capacidade: 98 lugares + 1 Cadeirante e 1 obeso

 

Ingressos R$ 40,00 e meia-entrada, pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/o-diabo-com-tetas-de-dario-fo/3395392

Gênero: Comédia

Duração: 1h30

Classificação indicativa: 14 anos

 

Espetáculo sobre pernas de pau transforma trilha do Jaraguá em percurso poético pela memória da floresta

 



Em uma caminhada guiada pela mata, árvores ganham voz, cipós conduzem histórias e o público é convidado a enxergar a floresta com outros olhos. Novo espetáculo do Grupo Flamingos ocupa o Parque Estadual do Jaraguá com uma experiência itinerante sobre a preservação da flora da Mata Atlântica.


Grupo Flamingos estreia "Trilha do Silêncio" com apresentações no Parque Estadual do Jaraguá e na Fábrica de Cultura Núcleo Taipas


De 18 e 23 de junho de 2026, com entrada gratuita e tradução em LIBRAS, o Grupo Flamingos (@flamingos.pernaltas) estreia seu novo espetáculo "Trilha do Silêncio", através do projeto contemplado pela 22ª edição do Programa VAI I da Prefeitura de São Paulo. As sessões acontecem no Parque Estadual do Jaraguá, tendo a própria paisagem como cenário, e também na Fábrica de Cultura Núcleo Taipas.


A montagem acontece ao longo da Trilha do Silêncio, percurso acessível do parque, e incorpora informações compartilhadas por monitores ambientais e pesquisadores da região. O resultado é uma experiência que aproxima arte e educação ambiental sem abrir mão da imaginação, da escuta e do encantamento.


O espetáculo itinerante combina circo, teatro e música para conduzir o público por uma narrativa inspirada na flora nativa do Pico do Jaraguá, um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica da capital paulista.


Na história, Fifi, uma imponente Figueira Branca, enfrenta uma crise alérgica provocada pela presença de espécies invasoras. Sozinha em meio à mata, encontra ajuda em Se-pá-quê, um cipó paulistano que a acompanha em busca de Samambaião, guardiã de antigos saberes capaz de revelar caminhos de cura escondidos no silêncio da floresta.


A narrativa ganha corpo literalmente nas alturas. Sobre pernas de pau, os artistas transformam árvores, cipós, raízes e elementos da vegetação em personagens vivos. A floresta deixa de ser apenas cenário e passa a ocupar o centro da cena. Os movimentos ampliam a escala dos corpos, criando imagens que dialogam com a verticalidade das árvores e com a dimensão quase invisível dos processos naturais que sustentam a vida.


O espetáculo nasceu a partir da relação construída pelo grupo com o Parque Estadual do Jaraguá. Durante pesquisas realizadas na região, os artistas mergulharam na história ambiental do território, em suas espécies nativas e nos movimentos de preservação que atuam na defesa da Mata Atlântica. Entre eles está o Projeto Pró Juçara, referência na recuperação de áreas degradadas e na valorização da biodiversidade local.


O projeto "Duo nas Pernas de Pau: Trilha do Silêncio" dá continuidade à trajetória iniciada pelo Grupo Flamingos no Programa VAI. Em sua pesquisa anterior, desenvolvida na edição 2024/25, o coletivo investigou a extinção de espécies animais do Pico do Jaraguá. Agora, o foco se volta para a vegetação nativa, sua resistência e sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas urbanos.


Informações: www.instagram.com/flamingos.pernaltas




Serviço: Estreia - Espetáculo “Trilha do Silêncio”

Com Grupo Flamingos

Sinopse: Em uma noite úmida no Pico do Jaraguá, Fifi, uma enorme Figueira Branca, percebe que está com uma crise alérgica por conta de espécies invasoras da região. Fifi, uma árvore sozinha, não tem a quem recorrer. No entanto, uma figura muito desenrolada aparece em seu caminho: Se-pá-que, um cipó paulistano disposto a ajudá-la a achar Samambaião, a anciã que com sua sapiência será capaz de mostrar à Fifi como encontrar no silêncio da mata a sua cura. Duração: 50 minutos. Classificação Livre. Grátis. Acessibilidade: Tradução em LIBRAS nos dias 20 e 21 de junho.


Onde: Parque Estadual do Jaraguá - Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539, Vila Chica Luisa, São Paulo/SP

Espaço Aberto. Estacionamento: Sim. 

18 de junho de 2026 (quinta-feira) - Sessões às 11h e 15h

21 de junho de 2026 (domingo) - Sessão às 14h

23 de junho de 2026 (terça-feira) - Sessões às 11h e 15h


Onde: Fábrica de Cultura Núcleo Taipas - Rua Joaquim Pimentel, 200, Cohab Taipas, São Paulo/SP

Espaço Aberto. Não possui estacionamento.

20 de junho de 2026 (segunda-feira) - Sessão às 15h30


Ficha Técnica - Direção Geral: Grupo Flamingos (Geovane Rega, Nádia Rodrigues e Yasmin Rainho). Elenco: Yasmin Rainho, Geovane Rega, Nádia Rodrigues, Giuliano Garutti. Dramaturgia: Isabela Rossi. Orientação Cênica: Dinho Hortêncio. Orientação Acrobática: Antônio Carneiro. Composição: Giuliano Garutti. Designer Gráfico: Adi Alves. Captação de Foto e Vídeo: Pedro Piai. 

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini de Souza. Interpretação em Libras: Luana Sales. Figurinos: Samantha Macedo.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Sesc Santana recebe espetáculo Memória Matriz sobre heranças familiares e construção da identidade feminina


Montagem da Cia. Lumiato reúne teatro de sombras, dança e fotografia analógica para abordar memórias entre mãe e filha e refletir sobre papéis de gênero.


















Nos dias 19, 20 e 21 de junho de 2026 o Sesc Santana apresenta o espetáculo Memória Matriz, da Cia. Lumiato. A montagem acompanha a relação entre uma mãe e uma filha, tendo como ponto de partida os legados transmitidos entre gerações e os impactos dos contextos históricos na constituição da identidade feminina. Por meio das lembranças familiares, a protagonista revisita o passado e confronta experiências que influenciam suas possibilidades de escolha no presente.
 

A obra utiliza elementos simbólicos para abordar temas ligados à formação da identidade de gênero das mulheres. A narrativa propõe reflexões sobre os modelos familiares, os papéis socialmente atribuídos às mulheres e as formas como esses referenciais são reproduzidos ao longo das gerações. O espetáculo também trata de questões relacionadas à representação do corpo feminino e às violências historicamente direcionadas a ele.
 

Fundada em 2008, a Cia. Lumiato desenvolve pesquisa em teatro de sombras contemporâneo e combina diferentes linguagens em seus processos criativos. Em Memória Matriz, a companhia reúne intervenção em fotografia analógica, dança e recursos de projeção para construir uma encenação voltada à investigação da memória e das relações familiares. A direção é de Ana Alvarado, com criação e atuação de Soledad Garcia e Thiago Bresani.
 

Ao colocar em diálogo imagens, movimento e projeções, o espetáculo transforma recordações pessoais em elementos de cena, aproximando experiências individuais de questões presentes no debate contemporâneo sobre gênero, família e memória.
 

FICHA TÉCNICA


 

Direção: Ana Alvarado


 

Dramaturgia e Encenação: Soledad Garcia e Thiago Bresani

 


Intérpretes criadoras: Katiane Negrão e Soledad Garcia


 

Direção de movimento: Giselle Rodrigues


 

Trilha Sonora Original: Fernanda Cabral


 

Manipulação de luzes e Projetores: Soledad Garcia e Thiago Bresani


 

Cenografia: Maria Villar e Soledad Garcia


 

Iluminação: Diego Bresani e Rodrigo Lelis


 

Figurino: Soledad Garcia


 

Assessoria dramatúrgica: Ana Alvarado


 

Técnico de luz e Contrarregra: Rodrigo Lelis

 

 

Produção executiva: Mirella Dias

 

SERVIÇO 

Data dos eventos: 19, 20 e 21. Sexta às 15h, sábado às 20h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: a partir de 14 anos.

Acessibilidade: Libras, audiodescrição e recursos táteis. Podem participar da

atividade públicos com e sem deficiência.

Ingressos: R$60,00 Inteira/ R$30,00 Meia / R$18,00 Credencial Plena

Local: teatro – 330 lugares

Duração: 60 minutos.

 

SESC SANTANA:

Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579

Jd. São Paulo – São Paulo

Telefone: (11) 2971-8700

sescsp.org.br/Santana

 

Transporte Público

Metrô Jardim São Paulo-Ayrton Senna (850m, linha azul)

 

Peça Única, da House of Hands Up (MS), chega ao Sesc 24 de Maio pela programação do Palco Giratório

      Com nove artistas em cena, espetáculo combina criação coletiva e improvisação em performance marcada pela experimentação e pela afirma...