domingo, 27 de novembro de 2011

TEATRO DO SESI VILA DAS MERCÊS APRESENTA QUINTETO SOMBRASS




TEATRO DO SESI VILA DAS MERCÊS APRESENTA QUINTETO SOMBRASS

A apresentação será realizada na quinta-feira (1º), às 20h. A entrada é gratuita.


São Paulo, 25/11/11 – No dia 1º de novembro, às 20h, o Teatro do SESI Vila das Mercês apresenta, gratuitamente, o concerto do Quinteto SomBrass. A atração faz parte da programação do projeto SESI Música 2011 – Erudita.
          O quinteto de metais SomBrass nasceu durante festival em Campos do Jordão, em 2001. Após, o grupo direcionou o trabalho ao aprimoramento da prática camerística, incorporado à linguagem popular. Durante os últimos dez anos, o grupo realizou diversos concertos e oficinas didáticas em todo o estado de São Paulo.

Sobre o Quinteto Sombrass

O Quinteto Sombrass é composto pelos principais instrumentos de metal de uma orquestra sinfônica. O grupo tem repertório flexível que se adapta a cada tipo de evento. Composições da época do Renascentismo passando por todos os períodos da música ocidental até os estilos mais contemporâneos como Jazz, MPB e Rock farão parte do espetáculo.

Músicos
Israel Cardoso – trompete
Leandro Lima – trompete
Emerson Melo – trompa
Aline Alcântara – trombone
Moises Silva Inácio – tuba

Programa

Just A Closer Walk – Tradicional
Greensleeves – Anônimo
Contrapunctus IX – J. S. Bach
Sonata Die Bankelsangerlieder – Anônimo
Saint's Hallelujah – G. F. Handel / Tradicional Americano
First Suite in E Flat – G. Holst
Toreador Song – G. Bizet
Sousa Collection – J. P. Sousa

Brass Quintet No. 1 Op. 5 – Victor Ewald
I: Moderato
II: Adagio - Allegro - Adagio
III: Allegro Moderato


SERVIÇO
SESI Música 2011 - Erudita
Espetáculo: Quinteto SomBrass
Local: Teatro do SESI Vila das Mercês – Rua Júlio Felipe Guedes, 138, Vila das Mercês
Data e horário: dia 1º de dezembro (quinta-feira), às 20h.
Capacidade: 190 lugares
Duração: 50 minutos
Recomendação etária: Livre
Entrada: Franca
Informações: (11) 2946-8172

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Acorde para o Meio Ambiente leva Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista ao Jardim Botânico

Música
"Acorde para o Meio Ambiente" leva Orquestra Jazz
Sinfônica de São João da Boa Vista ao Jardim Botânico

 
A apresentação da Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista – uma Orquestra do Século 21, acontece no dia 27 de novembro, domingo, a partir das 11h, com regência maestro Agenor Ribeiro Netto.  O concerto é gratuito, mas para entrar no parque há uma entrada de R$ 3,00. O maestro Ribeiro Netto ficou conhecido pela forma como leva o público a interagir com a orquestra. O programa é eclético e traz de Lizst e Mozart a Sivuca e Adoniran Barbosa, passando por Pixinguinha e Ari Barroso. 

 
No próximo domingo, dia 27 de novembro, acontece, a partir das 11h, no  Jardim Botânico de São Paulo,  a 90º. edição do projeto cultural e de conscientização ambiental "Acorde para o Meio Ambiente", com a apresentação da Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista – uma Orquestra do Século 21; com a regência do maestro Agenor Ribeiro Netto.  Idealizado pela Pró Cultura Marketing Cultural e Eventos  e realizado pelo Instituto Brasil Com, o "Acorde para o Meio Ambiente" tem o apoio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.
O projeto visa despertar a consciência da população para a importância do meio ambiente, realizando concertos geralmente em parques, estaduais ou municipais, embora possam acontecer também em teatros e outros espaços. Simultaneamente, são oferecidos concertos de música erudita, com peças conhecidas, e atividades paralelas de integração com a natureza e de educação ambiental.
O nome Acorde é um verdadeiro achado, oriundo de três motivos: porque os concertos ajudam a despertar (acordar) para questão do meio ambiente; porque a maioria dos concertos acontece pela manhã; e, é claro, devido aos acordes musicais.
Desde sua primeira edição, em 2003, o Acorde Para o Meio Ambiente gera recursos para os parques e contribui para programas assistenciais.
Devido ao seu objetivo de levar a população aos parques do Estado de São Paulo, despertar a consciência ambiental e incentivar a música erudita, o Acorde contou desde o princípio com o total apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente que se tornou grande parceira e incentivadora do programa.
Sobre a Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista
Criada em março de  2010, utilizando  recursos provenientes da Lei Rouanet, a Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista – uma Orquestra do Século 21,  é patrocinada pela Renovias e conta  com o importante apoio da Prefeitura Municipal.
Foi criada pelo maestro Agenor Ribeiro Netto, que é também maestro da Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas. Ribeiro Netto é o criador do evento "Sinfonia das Águas" e diretor artístico do festival "Viola de Todos os Cantos", assim como da orquestra do Festival.  Ele conta com o auxílio do maestro adjunto J. Lobo na condução dos trabalhos artísticos.  Ribeiro Netto é também o arranjador de quase todas as suas músicas.
Na montagem desta orquestra Jazz Sinfônica, o maestro aproveitou os talentos e a tradição musical de São João da Boa Vista, cidade que  já gerou muitos artistas, como a pianista Guimar  Noaves, o Duo Assad e Badi Assad.
Divertida e alegre, dinâmica, arrojada, eclética e encantadora a orquestra vai de Mozart a Ari Barroso. Transita por temas de filmes– dos antigos, como Tara Theme, de "O Vento Levou"'(Max Steiner), aos modernos, como Dancing Queen (Björn Uvaeus, Benny Anderson  e  Stig Anderson).
O Jazz Sinfônica passa também pelos grande Franz Liszt, e chega a  Adoniram Barbosa. "Esta verdadeira  salada musical – que mistura  tempos, temas e estilos - dá às suas apresentações um toque incomum e surpreendente.  
O maestro Ribeiro Netto ficou conhecido pela forma como leva o público a interagir com a orquestra em suas apresentações. "Em nossos concertos temos sempre três personagens: o maestro, a orquestra e o público. Os três têm que interagir!. Se o público não  vem para o palco, para nós, então, o concerto não aconteceu", afirma. E acrescenta: "fazemos eventos de massa e precisamos ter a dimensão de que estamos trabalhando com formações intelectuais diferentes e o desafio é emocionar a todos do mesmo jeito".
Para este concerto, o maestro convidou para participações especiais três grandes músicos da cidade de São Carlos: Hamilton Viana, no solo de violão; Rodrigo Zanc e  Regina Dias cantando. "Faremos no Jardim Botânico, no dia 27 de novembro, uma fantástica e inesquecível viagem musical. Não esperem formalismos. E preparem-se para cantar e até dançar. É assim que têm sido todos os concertos desta orquestra diferente, alegre e descontraída. E em  São Paulo não será diferente", garante o maestro.
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Maestro Agenor Ribeiro Netto
Sobre o maestro Agenor Ribeiro Netto
Graduado em Acordeon e Saxofone pelo Conservatório  Musical de Poços de Caldas e em Regência Instrumental pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, de Tatuí, Agenor Ribeiro Netto fez também vários masters classes com  maestros de relevância no cenário  mundial, como  o alemão Kurt Mazur. É o regente titular da Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista e da Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas, onde criou o evento "Sinfonia das Águas", que ao longo de  29 edições, em quatro anos, foi assistido por um público superior a 150 mil pessoas, o que faz a orquestra, segundo afirma, "a de maior público em todo o Brasil&rd quo;.
Multi-instrumentista e arranjador, fez trabalhos para grandes nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Jackson Antunes, Toquinho, Sérgio Reis, Renato Teixeira, Daniel, Osvaldo Montenegro e Sérgio Reis. Na área erudita, fez adaptações de obras  para instrumentação contemporânea, assim como para Viola Caipira e Orquestra.
É também  maestro, arranjador e diretor artístico do Festival "Viola de Todos os Cantos", produzido pela EPTV/TV Globo.
Considerado um grande comunicador, o maestro tem como sua grande característica provocar a interação do  público com  suas orquestras.

 
Sobre o Jardim Botânico de São Paulo
Com 360 mil m2 de área, o Jardim Botânico de São Paulo é uma das mais importantes áreas verdes em espaço urbano no Brasil. Maior laboratório vivo inserido em uma cidade, o Jardim Botânico está a apenas 20 km da avenida Paulista, principal  centro financeiro de São Paulo. Inserido no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, com 575 hectares, possui inúmeras amostras da flora brasileira. Reconhecido e respeitado internacionalmente por possuir um quadro de mais de 60 pesquisadores com mestrado e doutorado na área ambiental, possui o terceiro maior herbário do país, cepas de fungos para descontaminação do solo, reservas de espécies em extinção e banco genético, entre outros. Enfim, uma infinidade de riquezas que são estudadas e preservada s. Possui raros e belos cenários naturais: um Orquidário, que conta com cerca de 700 espécies, uma estufa que reproduz o ambiente da Mata Atlântica e outra destinada para exposições, o Jardim de Lineu, inspirado no Jardim Botânico de Uppsala, na Suécia; o Lago dos Bugios e um lago com ninféias, digno das belas telas do pintor Monet.


 
Ficha Técnica do Evento:
Apresentação: Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista – uma Orquestra do Século 21
Regência: maestro Agenor Ribeiro Netto
Projeto: "Acorde para o Meio Ambiente (10º - Procac 078210) - 90º. edição.
Data: 27 de novembro
Horário: 11h
Local: Jardim Botânico
Endereço: Avenida Miguel Estefano, 3031 – Água Funda - Próximo ao Zoológico Municipal de São Paulo – entrada pelo portão 1.
Ingresso para o concerto: gratuito
(o valor da entrada no Jardim Botânico é de R$ 3,00).
Telefone para informações: (11) 5505-7797
Estacionamento: em frente ao portão 1 por R$ 5,00.  
Opção de como chegar em transporte coletivo: na estação São Judas do Metrô pegar o ônibus Clímax 4742-10
Programa do Concerto
1.       MISSÃO  IMPOSSÍVEL – ROCK O LUTADOR*
Michael Giacchino/Bil Conti
Arranjo do Maestro  José Roardo Bernardo
2.       TARA THEME (Tema de O Vento levou)*
Max Steiner
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
3.       NA BAIXA DO SAPATEIRO*
Ari Barroso
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
4.       HEINE KLEIN (Pequena Serenata Noturna – KV 626)*
W. Amadeus Mozart
Arranjo e livre  adaptação sob os originais do compositor de Agenor Ribeiro Netto
5.       REVE D'AMOUR  *
F. Lizst
Arranjo e livre  adaptação sob os originais do compositor de Agenor Ribeiro Netto
6.       CARINHOSO **
Pixinguinha
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
7.       BACHIANINHA Nº 5*
Paulinho Nogueira
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
Solista – Fabiano Magrão ao Violão
8.       CARTOON **
Henry Mancini
Arranjo do compositor
9.       JOHN WILLIANS  IN CONCERT*
John Willians
Arranjo do compositor
10.   FANTASMA DA ÓPERA*
A. L. Webber/ C. Hart
Arranjo do Maestro A.C. Neves
11.   FEIRA DE MANGAIO **
Sivuca e Glória Gadelha
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
Solista – Agenor Ribeiro Netto ao Acordeon
12.   CZARDAS*
       Vittorio Monti
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
Solista – Paulo Rafael Rinco Lino ao Violino
13.   TREM DAS 11 **
Adoniran Barbosa
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
14.   DANCING QUEEN*
         Björn Uvaeus, Benny Anderson  e  Stig Anderson
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
15.   MEDLEY VILLAGE PEOPLE*
        Björn Uvaeus, Benny Anderson  e  Stig Anderson
Arranjo do Maestro  Agenor Ribeiro Netto
* regência de Agenor Ribeiro Netto
** regência de J. Lobo

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Cena com a Orquestra Jazz Sinfônica de São João da Boa Vista
: Airton Gontow (MTB: 18.574)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bandeira do Ipiranga







A Bandeira do Ipiranga

O Ipiranga, berço da Independência, possui bandeira escolhida pelos moradores. Foi o primeiro bairro da cidade a ter bandeira própria
A Bandeira do Ipiranga foi escolhida por meio de um concurso promovido pela Comissão de Festejos do Aniversário do Bairro e Clube dos Lojistas, em 1984. Foi o primeiro bairro da cidade de São Paulo a ter bandeira própria.
O contador aposentado Jayme Castro Delgado, que desenhava porque gostava, foi quem criou o símbolo do bairro. Aos 71 anos de idade, ele concorreu com outros 57 desenhos.
A bandeira traz preto, vermelho e branco, cores da cidade de São Paulo. A pira central estilizada com a chama verde e amarela simboliza as cores e o local da Independência do Brasil. A pira fica na frente do Monumento do Ipiranga, no Parque da Independência.
A Bandeira do Ipiranga foi hasteada pela primeira vez no Balneário do Ipiranga, no dia Primeiro de setembro de 1984, junto com o Pavilhão Nacional e a Bandeira Paulista ao som do Hino Nacional.
Era importante o Ipiranga ter uma bandeira por conta dos tradicionais desfiles, paradas e comemorações cívicas realizadas.

Peça Única, da House of Hands Up (MS), chega ao Sesc 24 de Maio pela programação do Palco Giratório

      Com nove artistas em cena, espetáculo combina criação coletiva e improvisação em performance marcada pela experimentação e pela afirma...