sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Heliópolis recebe projeto educacional itinerante

 

Projeto AES Eletropaulo na Comunidade pretende envolver cerca de 400 estudantes por dia até final de setembro; iniciativa que já recebeu neste ano 13 mil crianças e adolescentes complementa ações do Programa de Regularização de Ligações Elétricas da AES Eletropaulo

 

Chegou a vez de a região de Heliópolis receber o projeto AES Eletropaulo na Comunidade. A população, sobretudo os estudantes de escolas públicas da região, vai conhecer mais a fundo o fascinante universo da energia elétrica. Com o apoio da Subprefeitura do Ipiranga, a AES Eletropaulo montou estações temáticas, seis tendas em uma área de 2.500 metros quadrados com várias atrações, na Casa de Cultura Chico Science (Rua Abagiba, 20 – Sacomã – altura do nº 1.200 da Av. Tancredo Neves).

 

As atividades envolvem por dia cerca de 400 alunos do ensino Fundamental e Médio da rede pública, de segunda-feira a sexta-feira, até o final de setembro.  A cada sessão, que dura em média duas horas, as crianças aprendem e se divertem com atividades que criam situações lúdicas e de interatividade a respeito do consumo eficiente de energia, uso seguro e a importância da eletricidade na vida moderna.

 

De maio a julho, o projeto esteve no Parque Raposo Tavares para receber crianças e estudantes das comunidades locais e também de Paraisópolis. Ao todo 13 mil alunos de 25 escolas públicas visitaram o projeto.

 

O programa tem como foco as escolas, principalmente aquelas em comunidades que passaram por processos de regularização de energia elétrica. Aos finais de semana, o programa é aberto à comunidade. As inscrições devem ser feitas no próprio local ou pelo telefone 0800-291-0566.

 

"Além de ser algo bastante divertido, com o uso de recursos tecnológicos e interativos, atraímos a atenção dos estudantes e proporcionamos aprendizagem de modo mais fácil, o que permite que eles coloquem em prática no dia-a-dia o conhecimento e o multipliquem entre seus colegas, amigos e familiares", afirma Luciana Alvarez, gerente de Comunicação Externa e Responsabilidade Social da AES Eletropaulo.

 

Esta iniciativa da AES Eletropaulo complementa as ações de seu Programa de Regularização de Ligações Elétricas. Desde 2004, quando teve início, já foram beneficiadas cerca de 1,2 milhão de pessoas, de 767 comunidades de baixa renda na área de concessão da AES Eletropaulo (24 municípios, incluindo capital, na região metropolitana de São Paulo).

 

Laboratório lúdico – Em uma das estações, os estudantes simulam a geração de energia ao pedalar bicicletas e ver pontos de luz se iluminarem em um painel que simula uma rua, com postes, rede elétrica e casas. A certa altura, uma ligação feita de modo inadequado, o chamado "gato", mostra como a energia é desviada, colocando em risco o fornecimento para os demais pontos. Para manter o nível, a criançada tem que suar e aumentar o ritmo das pedaladas.

 

Em outro cenário, elas interagem com um "vídeo-quiz" projetado em 180 graus. Uma animação com os personagens da família AES ensina dicas de consumo consciente e seguro em casa, ao empinar pipas, e os riscos das construções e antenas próximas à rede elétrica.

 

Para aprender a escolher equipamentos elétricos mais eficientes, os estudantes simulam compras de eletrodomésticos, verificando a potência de consumo e as informações do selo Procel.

 

Ter noção sobre o desperdício no consumo de energia elétrica é mais um ponto alto das atividades. Com a ajuda de calculadoras gigantes, os participantes percebem o impacto da atitude individual, calculando a projeção da economia de seu consumo em casa, na cidade ou mesmo no País. Em outra estação, com projeções audiovisuais os alunos conhecem a história da energia elétrica e o processo de geração em uma usina hidrelétrica.

 

Dicas de consumo – O mau uso de equipamentos elétricos está entre as principais causas de desperdício de energia em casa e no escritório. Lâmpadas acesas sem necessidade, pouco aproveitamento da luz natural, equipamentos ineficientes só fazem aumentar a conta de energia.

 

Equipamentos eficientes

ü      Procure comprar equipamentos de boa qualidade e de fornecedores confiáveis.

ü      Compre aqueles que possuam selo Procel (atesta que o equipamento passou por análises técnicas e apresenta boa performance de economia).

Chuveiro

ü      Representa cerca de 30% do consumo. Evite banhos demorados, assim como uso nos horários de pico (17h30 às 20h30) para não sobrecarregar o sistema.  

ü      Não tente reaproveitar uma resistência queimada. Além de provocar aumento de consumo, põe em risco sua segurança.

ü      Ajuste a posição verão/inverno de acordo com a necessidade, sempre desligando o chuveiro para fazer esta alteração. Essa medida pode proporcionar economia de até 30% no uso do chuveiro.

Ferro elétrico

 

ü      Corresponde de 5% a 7% do consumo de uma residência. Ligado várias vezes ao dia provoca grande desperdício.

ü      Habitue-se a acumular a maior quantidade possível de roupas para passá-la de uma só vez.

ü      Regule a temperatura, seguindo as orientações do fabricante, para cada tipo de roupa a ser passada.

 

Geladeira/freezer

 

ü      Representa 30% do consumo de uma residência. Não abra a porta sem necessidade ou por tempo prolongado e retire os alimentos de uma só vez.

ü      Evite forrar as prateleiras com plásticos, tábuas, vidros ou quaisquer outros materiais para não dificultar a circulação interna do ar frio.

ü      Verifique o estado da borracha de vedação.

ü      A instalação da geladeira deve ser feita sempre longe de fontes quentes como fogão ou forno.

 

Luzes

 

ü      Iluminar bem não significa iluminar demais. Há ambientes em que a iluminação pode ser reduzida ou até mesmo eliminada.

ü      A luz natural deve ser aproveitada sempre que possível.  

ü      Prefira lâmpadas fluorescentes compactas ou circulares (para cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro local que fique com luzes acesas mais de quatro horas por dia).

ü      Use cores claras de tinta no teto e nas paredes internas. Elas refletem melhor a luz.

 

Sobre a AES Eletropaulo: Distribui energia elétrica para 24 municípios da região metropolitana de São Paulo – incluindo a capital – que, juntos, abrigam uma população de 16,5 milhões de habitantes. A área de concessão atendida pela empresa abrange 4.526 quilômetros quadrados e concentra a região socioeconômica mais importante do país, com 5,8 milhões de unidades consumidoras. Em consumo e faturamento, a AES Eletropaulo é a maior distribuidora de energia elétrica da América Latina.

 

Serviço

 

Projeto AES Eletropaulo na Comunidade

 

Funcionamento:

             De 17 de agosto a 30 de setembro9

De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h – alunos das escolas públicas da região

(pré-agendadas)

Sábados, das 10h às 14h – aberto a população em geral

Reservas: 0800-291-0566 (ligação gratuita)

 

Espaço:

Seis estações temáticas, montadas em tendas em um espaço de 2.500 metros quadrados

 

Localização:

R. Abagiba, 20 - Sacomã – (altura do número 1.200 da Av. Tancredo Neves)

 

 

Assessoria de Imprensa AES

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Livro Receitas da Vovò tem inscrições prorrogadas



A Subprefeitura Ipiranga receberá inscrições até o dia 21/08.

Para participar, escolha duas receitas de família - uma doce e uma salgada. O livro também contará a história do prato especial.

Participe!!!


Inscrições:

Subprefeitura Ipiranga

R. Lino Coutinho, 444 – sl 09

Sueli ou Eloísa, 2808-3699

Casa de Cultura Chico Science

Rua Abagiba, 20

Paulo ou Dirceu, 2969-7066

Informações 10h/14h

No ato da inscrição, é preciso trazer a receita

e a história escritas. Nesse dia, será entregue

o regulamento e critérios para seleção.


Somente vovós do Ipiranga, Sacomã e Cursino podem se inscrever.


Tenha a receita tradicional da sua família publicada em um lindo livro

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Trilha no parque Independência desvenda história, fauna e flora

Quem quiser conhecer um pouco mais da história, da fauna de da flora do parque Independência terá oportunidade de participar de trilha monitorada em junho, mês do meio ambiente. O Programa Trilhas Urbanas, desenvolvido pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, desenvolve atividades abertas ao público nos dias 02, 04 e 21 de junho.

Nos dias 02 e 04 o Programa oferece a atividade Tem trilha no bosque - trilha monitorada no Parque Independência sempre a partir das 15h. Numa caminhada leve, acompanhada por monitores, o público conhecerá um pouco mais da história deste parque que está ligado à história da Independência do Brasil. Marco histórico nacional, o Independência tornou-se parque público municipal em 1989, e está localizado na Colina do Ipiranga, em área de cerca de 161.300 m². Compõem este importante patrimônio histórico, cultural e ambiental o Museu Paulista, o Riacho do Ipiranga, a Casa do Grito, o Monumento à Independência e a Cripta Imperial, os jardins franceses, os chafarizes e o bosque.

O denso bosque localizado atrás do Museu do Ipiranga foi construído em 1894 pelo naturalista alemão Herman Von Ihering para ser um horto botânico voltado ao estudo de espécies nativas e à introdução, cultivo e aclimatação de vegetais, sobretudo com finalidade têxtil e alimentar. Integram a paisagem local espécies nativas como Pau Brasil, Jatobá, Guapuruvu, Pau Ferro, Sapucaia, Cedro, Figueira e Araribá, entre outras. A presença de árvores frutíferas propicia alimentação e abrigo para avifauna, que inclui espécies como Periquito-verde, Bem-te-vi, Sanhaço, Tico-tico, Pardal, Coruja-orelhuda, Cambacica, Rolinha, Anu-branco, João-de-barro e Corruíra. Há ainda a presença de Gambás e Sagüis-de-tufo-branco.

A história da região, do parque, sua fauna, flora e particularidades serão desvendadas durante a trilha. O evento é gratuito e para participar basta se dirigir à Administração do Parque às 15h nos dias 02 e 04/06.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Cata-Bagulho no Moinho Velho

Operação Cata-Bagulho acontece no próximo dia 23 de maio.13/05/2009 - Ipiranga
A Subprefeitura Ipiranga realiza a sétima operação Cata-Bagulho no próximo sábado (23), a partir das 08h, no bairro Moinho Velho. Este serviço tem objetivo de recolher materiais sem uso, como: pneus, restos de madeira e móveis velhos; evitando assim, riscos de enchentes e a proliferação de ratos e do mosquito da dengue. Lembramos que o Cata-Bagulho não coleta lixo domiciliar, entulho de construção e nem produtos tóxicos.
Para que os objetos sejam recolhidos, os moradores do bairro contemplado devem colocar os materiais em desuso, em frente de suas casas, até o horário estipulado para o inicio da coleta.
Esta operação percorrerá 12 corredores principais da região, tais como: Rua Cel. Francisco Inácio, Rua Elba, Rua Natoli Franci, Rua Reno, Rua Sava, Rua Abaúna, Rual Belgrado, Rua Regino Aragão, Rua Volga, além das avenidas Anchieta e Tancredo Neves.
Jogos da Cidade no Ipiranga


O jogo de abertura da Fase Regional iniciaram neste sábado, 16, no campo de futebol do CEU Meninos. A partida Náutico contra União Paulistano marcou o início do campeonato.

Os Jogos da Cidade, que estão na sétima edição, são a maior competição esportiva amadora do País. No mês de setembro, começa a etapa municipal, com os campeões das 31 regiões da cidade se enfrentando.

Além do futebol de campo, estão programados jogos de basquete, handebol e futsal (masculino e feminino). Os paulistanos também poderão acompanhar festivais de bocha, capoeira, vôlei de areia, xadrez e gatebol.

Neste ano, a novidade é que as partidas de basquete, vôlei e handebol serão disputadas no CEU Bristol.

Para mais informações sobre a Sétima Edição dos Jogos da Cidade visite www.jogosdacidade.prefeitura.sp.gov.br
Os Jogos da Cidade é um evento que reúne as 31 subprefeituras da cidade de São Paulo. Trata-se de um evento esportivo que demonstra a capacidade de trabalho em equipe, o espírito de união por um ideal, a determinação das comunidades locais em busca de vitória, fatores indispensáveis, especialmente na prática esportiva.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Projeto Arte e Cidadania no Heliópolis

“O Dia Em que Túlio Descobriu a África” tem estréia prevista para agosto deste ano


Contribuir com a formação de jovens artistas-cidadãos que vivem em área de risco e de vulnerabilidade social é a premissa do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis”. O objetivo é consolidar, manter e ampliar um núcleo de pesquisa teatral com jovens da comunidade de Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, por meio de encontros diários, durante seis meses. E será finalizada com a criação de um espetáculo.


Coordenado por Egla Monteiro e Miguel Rocha, o projeto conta com o patrocínio da Petrobras e apoio cultural do SESC São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura/ Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.


A base do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis” consiste no estudo, no treinamento, na formação de atores a partir das mais diversas expressões artísticas e na reflexão constante acerca do sentido do teatro para a sociedade. Com isso, visa possibilitar o convívio e o crescimento mútuo, com bases em princípios de cidadania e postura dialógica.


O resultado deste trabalho será a criação de um espetáculo inspirado no texto “O Dia em Que Túlio Descobriu a África”, de Ralf Rickli, que terá seu elenco formado basicamente por jovens moradores da comunidade de Heliópolis.


“A Companhia Heliópolis propôs o projeto para a comunidade, com o objetivo de unir mais pessoas que tem como objetivo o teatro. Foram chamados aqueles que quisessem participar, independente de integrar a companhia ou não, desde que tivessem o interesse em se relacionar e se desenvolver neste caminho da arte”, resume Miguel Rocha.


Uma vez selecionados, Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr e Roberto Bastos – se juntaram aos dois atores convidados, Maria Mello e Silvio Paulino dos Santos, para receberem as primeiras aulas. A equipe de professores reuniu Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam de Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal).


Nesta fase de Formação o projeto contou, ainda, com as participações da filósofa Iná Camargo Costa, que ministrou a palestra “Para que teatro?” e do professor de História Francisco Alambert, que realizou aula inaugural sobre o tema “Formação do povo brasileiro”.


Etapas – Dividido em três fases, o projeto encontra-se em seu módulo inicial, focando a formação dos jovens, tanto como artistas quanto cidadãos. Em encontros diários no SESC Ipiranga, recebem aulas de ‘fundamentos do corpo’, enfatizando a voz, o canto, a dança, o treinamento, a interpretação e a relação com os outros atores, aprimorando, assim, a maneira de pensar e criar o trabalho. Os encontros também abordam outros temas, como a função social do teatro, a formação do povo brasileiro, ética e cidadania


Ainda em maio – e depois nos meses de junho e julho –, o projeto passa a ser direcionado para a criação do espetáculo “O Dia Em Que Túlio Descobriu a África”, que envolverá dança, música, vídeo e artes plásticas. A história narra a saga de um jovem brasileiro que visita as civilizações de seus antepassados.


A intenção de direcionar a montagem à questão racial, com ênfase na questão dos negros no Brasil, leva em conta a realidade vivida na comunidade, diariamente, pelos jovens envolvidos no projeto. Elaborar artisticamente estas questões pode ser um caminho de debate, reflexão e encontro de novas perspectivas para mudar esta realidade. “Nosso teatro sonha com nada menos do que transformar o mundo. Esse é nosso comprometimento como cidadãos habitantes de um mundo onde quase tudo precisar ser reinventado, reconstruído: a vida, o teatro, as relações. O que estará no palco se relaciona diretamente com as vidas envolvidas neste projeto e com o que as afeta. Relaciona-se diretamente com as biografias desses meninos e meninas e com as reflexões e experiências que tivemos durante todo o processo vivido no projeto. É o teatro que queremos e escolhemos fazer, e que leva em conta o que somos, como somos e por que somos o que somos”, explica Egla Monteiro, coordenadora artística do projeto.


“Arte e Cidadania em Heliópolis” cumpre sua última etapa no mês de agosto, quando o espetáculo será apresentado em São Paulo, em teatro a definir. A temporada vai garantir acesso para as comunidades carentes e preços populares para o público em geral.


PERFIS


Miguel Rocha – Ator, diretor e um dos criadores da “Companhia de Teatro Heliópolis”. Estudou teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, na Escola de Dança Sandra Amaral e na escola Recriarte. Fez parte do grupo de teatro MCTA, de São Caetano do Sul, onde trabalhou como ator e assistente de direção. Foi o criador da Cia. de Teatro Heliópolis, que estreou com o espetáculo “Queda Para o Alto”, sob sua direção, com grande repercussão de público.


Em 2002/2003 participou do “Projeto Solos do Brasil”, criado, produzido e administrado por Egla Monteiro, sob coordenação artística de Denise Stoklos, onde teve aulas de dança com Hugo Rodas, de direção com Antônio Abujamra, de mímica com Luís Louis, de texto corporal com Eduardo Coutinho, de filosofia e estética com Luiz Fuganti, de canto com Caio Ferraz, teatro dinâmico e máscara neutra com Ricardo Napoleão. Deste projeto resultou o espetáculo-solo “Eu quero ver o sol nascer, mas não do jeito que vejo”, escrito e dirigido pelo próprio ator. Integrou o projeto do SESC Ipiranga “Corpo e imagem”, sob coordenação da coreógrafa Ivani Santana, e dirigiu o espetáculo infantil “Coração de Vidro”. Em 2004 participou do curso de produção ministrado por Carla Pollastrelli, organizado pela Fondazione Pontedera Teatro.



Egla Monteiro – Atriz, Diretora, Pesquisadora de solo de teatro, criadora de projetos artístico-culturais, pensadora de cultura. Uma das fundadoras da “Companhia de Solistas”, já premiada em “Sob Neblina”, espetáculo para o qual fez assistência de direção e criação de luz, contemplada pelo PAC de Dança em 2006, da Secretaria Estadual da Cultura. Trabalhou por 13 anos no SESC-SP. Foi coordenadora de programação do SESC Pompéia e do SESC Ipiranga.


Dos inúmeros projetos dos quais participou no SESC, destacam-se: “Balaio Brasil”, Série Solos de Teatro”; “Sexo, Drogas e Rock'n'roll, Elis, Essa Mulher”; “Videobrasil”, Festival Internacional de Artes Cênicas, Festival Internacional de Teatro de Animação, Festival Internacional de Teatro de Rua, Temporada SESC Outono 97 e SESC 50 Anos.


Entre os principais projetos que criou, elaborou, captou e implementou destacam-se: “Solos do Brasil”, “Turnê Água Riqueza do Brasil”, “Circulação Calendário da Pedra”, “Louise Borgeois: Faço, Desfaço, Refaço”, “Festival Denise Stoklos”, “Olhos Recém-Nascidos” e “Denise Stoklos Performance”.


A convite de Tiche Vianna e junto com ela, coordenou projeto de pesquisa com atores do TUSP/USP no segundo semestre de 2007.


Mantém parceria e interlocução artística permanente com a Companhia De Teatro Heliópolis, desde “Herzer - A Queda Para o Alto”, de 2000, além de assinar a coordenação artística do espetáculo “Meninos Do Brasil” e “Arte e cidadania em Heliópolis”.


O DIA QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA

Companhia de Teatro Heliópolis


Ficha técnica:

Coordenação e direção: Egla Monteiro e Miguel Rocha;

Texto: Ralf Rickli;

Elenco: Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr, Roberto Bastos, Maria Mello e Silvio Paulino Dos Santos;

Professores: Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam De Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal);

Criação de coreografia: Kiusam de Oliveira

Criação de trilha sonora: Sapopemba

Criação de vídeo: Rodrigo Gontijo

Criação de figurino: Rodrigo Nogueira

Patrocínio: Petrobras

Apoio Cultural: Sesc São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura/Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.

Realização: Companhia de Teatro Heliópolis e Companhia de Solistas

Cinemateca Brasileira recebe mostra em homenagem ao centenário do mestre polonês Andrzej Wajda

  © Orlando K Junior/Divulgação   Evento integra as celebrações mundiais do Ano de Andrzej Wajda e apresenta uma curadoria que traça um para...