quarta-feira, 3 de junho de 2026

Mostra e exposição na Cinemateca Brasileira celebra mulheres tchecas

 


Em parceria com CzechArte, União Cultural Tcheco-Brasileira e Embaixada da República Eslovaca no Brasil, a mostra contempla diferentes épocas com a exibição de 40 títulos, entre longas e curtas

 

Em formato de painéis, a exposição HEROÍNAS TCHECAS traz retratos de cinquenta grandes mulheres ligadas à nação tcheca

 

 

MATERIAL IMPRENSA

 

 

Entre os dias 5 de junho e 14 de junho, a Cinemateca Brasileira apresenta a MOSTRA MULHERES DO CINEMA TCHECOSLOVACO, um panorama com quase quarenta filmes em torno da presença das mulheres na produção cinematográfica do país europeu.

 

Com entrada franca, a mostra destaca obras de diretoras de diferentes épocas, entre pioneiras que produziram no período silencioso, como Thea Červenková, Olga Rautenkranzová, Hermína Týrlová e Irena Dodalová, e a geração do cinema moderno dos anos 1960 e 1970, como Věra Chytilová, Jaroslava Havettová, Věra Plívová-Šimková, Ester Krumbachová e Drahomíra Vihanová, em cópias preservadas pelo Arquivo Nacional de Cinema da Tchéquia e pelo Instituto de Cinema da Eslováquia. Atrizes importantes na história do cinema tchecoslovaco, como Nataša Gollová, Hedy Lamarr, Jana Brejchová e Magda Vášáryová, também estarão em evidência ao longo da mostra.

 

No dia 5 de junho, a sessão de abertura exibirá dois filmes: O ASSASSINATO DO SR. DIABO, o único longa-metragem de Ester Krumbachová, e o curta-metragem de animação UMA HISTÓRIA COMUM, de Zlatica Vejchodská.

 

No último dia da programação, a pesquisadora Luiza Wollinger Delfino ministrará a palestra ESTER KRUMBACHOVÁ: A DAMA OCULTA DO CINEMA TCHECOSLOVACO, um mergulho na obra transdisciplinar da grande figurinista, roteirista e diretora de arte, a figura por trás de grandes filmes da chamada Nova Onda do Cinema Tcheco, que nos anos 1960 propõe filmes irreverentes diante da efervescência cultural que culmina na Primavera de Praga. A palestra tem entrada gratuita e os ingressos poderão ser retirados uma hora antes de seu início.


 

Exposição

A exposição HEROÍNAS TCHECAS traz retratos de cinquenta grandes mulheres tchecas, vistas através dos olhos de uma atual onda jovem de ilustradores e ilustradoras, alunos da Faculdade de Design e Artes Ladislav Sutnar da Universidade de Pilsen, que foram liderados pela professora Renáta Fučíková.

 

Em formato de painéis, a exposição apresenta mulheres ligadas à nação tcheca, atravessando o tempo e todos os campos da atividade humana. Mulheres que, apesar de circunstâncias históricas, expectativas sociais e convenções culturais estabelecidas, não tinham e não têm medo de serem fortes em atitudes, opiniões, responsabilidades assumidas e comprometimento. Algumas delas foram e são reconhecidas, outras caíram injustamente no esquecimento.

 

A exposição HEROÍNAS TCHECAS foi criada em 2020 por meio de cooperação entre a Faculdade de Design e Artse Ladislav Sutnar da Universidade da Boêmia Ocidental em Pilsen e os Centros Tchecos, que têm por objetivo promover a cultura do país no exterior.



Curadoria: Leonardo Bomfim, Věra Matysíková, Rastislav Steranka 
Assistência de programação: Thainá Maria da Silva, Luiza Wollinger Delfino 
Legendagem: João Boeira, Thainá Maria da Silva, Věra Matysíková, Cinemateca Capitólio 
Realização: CzechArte, União Cultural Tcheco-Brasileira, Embaixada da República Eslovaca no Brasil 

Apoio: Cinemateca Capitólio, Consulado Geral da República Tcheca em São Paulo, Signosoft, Slovenský filmový ústav, Národní filmový archiv 

 

 


CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana

 

Horário de funcionamento

Espaços públicos: de segunda a segunda, das 08 às 18h

Salas de cinema: conforme a grade de programação.

Biblioteca: de segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados

 

Sala Grande Otelo (210 lugares + 04 assentos para cadeirantes)

Sala Oscarito (104 lugares)
Área externa (300 lugares)

Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão


 

 

Sexta-feira, 05 de maio

19h30 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO DUPLA | UMA HISTÓRIA COMUM E O ASSASSINATO DO SR. DIABO

 

 

Sábado, 06 de maio

14h45 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO O MUNDO ANIMADO DE HERMÍNA TÝRLOVÁ

16h15 _ Sala Grande Otelo _ KRAKONOŠ E OS ESQUIADORES

18h00 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO DUPLA | DINHEIRO E ATÉ QUE A NOITE ACABE

20h00 _ Sala Grande Otelo _ A ERA DOS SERVOS

 

 

Domingo, 07 de maio

15h00 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO PIONEIRAS DO CINEMA TCHECOSLOVACO

16h30 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO JAROSLAVA HAVETTOVÁ: A PRIMEIRA-DAMA DA ANIMAÇÃO TCHECOSLOVACA

18h00 _ Sala Grande Otelo _ CELEBRAÇÃO NO JARDIM BOTÂNICO

20h00 _ Sala Grande Otelo _ ÊXTASE

 

 

Quarta-feira, 10 de maio

19h00 _ Sala Grande Otelo _ OS AMORES DE UMA LOIRA

20h45 _ Sala Grande Otelo _ A NOITE DA FREIRA

 

 

Quinta-feira, 11 de maio

19h00 _ Sala Grande Otelo _ ALEGRIA SILENCIOSA

21h00 _ Sala Grande Otelo _ MORGIANA

 

 

Sexta-feira, 12 de maio

19h00 _ Sala Grande Otelo _ SESSÃO DUPLA | DONZELA DO SOL E CONDESSA SANGRENTA

20h45 _ Sala Grande Otelo _ ENCURTADO

 

 

Sábado, 13 de maio

14h00_ Sala Grande Otelo _ EVA ESTÁ APRONTANDO

15h30_ Sala Grande Otelo _ SESSÃO DUPLA | BALADA EM RENDA E ROMANETTO

 

 

Domingo, 14 de maio

13h00 _ Cursos e debates _ ESTER KRUMBACHOVÁ: A DAMA OCULTA DO CINEMA TCHECOSLOVACO

A palestra com a pesquisadora Luiza Wollinger Delfino é um mergulho na obra transdisciplinar de Ester Krumbachová, grande figurinista, roteirista e diretora de arte do cinema tcheco. Ester é a figura por trás de grandes filmes da chamada Nova Onda do Cinema Tchecoslovaco, que nos anos 1960 propõem filmes irreverentes diante da efervescência cultural que culmina na Primavera de Praga.

15h15_ Sala Grande Otelo _ SESSÃO DOCUMENTARISTAS TCHECAS: KRUMBACHOVÁ, VIHANOVÁ, TŘEŠTÍKOVÁ E SOMMEROVÁ

16h45_ Sala Grande Otelo _ O MUNDO É TÃO DIVERTIDO CONTIGO

18h45_ Sala Grande Otelo _ ALGO DIFERENTE

 

Vanessa Falabella revisita o “Clube da Esquina” no Sesc 24 de Maio com Toninho Horta

 

Cantora apresenta o projeto Goldmine ao lado de um dos nomes originais do movimento em dois shows na unidade
 

Créditos: Vanessa Falabella (Dede Fedrizz)| Toninho Horta (Vitor Maciel)
 

Fotos Divulgação
Ouça: Álbum Godmine
 

São Paulo, junho de 2026 – O Sesc 24 de Maio recebe a cantora Vanessa Falabella em shows nos dias 6 e 7 de junho. No palco, ela apresenta Goldmine, projeto que revisita o movimento Clube da Esquina e conta com a participação de Toninho Horta, músico que integrou as gravações do álbum Clube da Esquina, de Milton Nascimento e Lô Borges. 

 

Vanessa Falabella é atriz, dubladora, locutora e cantora, nascida em Belo Horizonte. Radicada nos Estados Unidos, propõe uma nova abordagem ao repertório do Clube da Esquina, movimento surgido na década de 1960, no bairro de Santa Tereza (BH), que revolucionou a MPB ao mesclar ritmos folclóricos regionais com influências do rock e do jazz. 

 

Em seus shows, interpreta canções de compositores mineiros como Fernando Brant, Márcio Borges e o próprio Toninho Horta, que a acompanha no palco. O guitarrista e compositor, vencedor do Grammy Latino e com cerca de 30 discos solo gravados, celebra a herança musical do Clube da Esquina e reafirma sua relevância para novas gerações de ouvintes.

 

Serviço

Vanessa Falabella part. Toninho Horta 
IG Vanessa | IG Toninho

Datas: 06/06 (sábado) às 20h e 07/06 (domingo) às 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: disponíveis no site sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP - R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 minutos

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

 

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300

quinta-feira, 28 de maio de 2026

CONPRESP aprova tombamento de três terreiros de religiões de matriz africana em São Paulo

 

A decisão reconheceu o valor histórico, cultural, religioso e cultural durante a 844ª Reunião Ordinária realizada em 25 de maio de 2026

Procissão Águas de Oxalá pelas ruas de Cangaíba.
(Acervo do Abassá, s/d)

São Paulo, maio de 2026 - O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo da Prefeitura de São Paulo, aprovou, durante a 844ª Reunião Ordinária realizada em 25 de maio de 2026, o tombamento de três importantes terreiros de religiões de matriz africana da capital paulista.
 

A decisão reconhece o valor histórico, cultural, religioso e social do Ilê Dara Asè Òsún Eyin, em Sapopemba; do Ilê Asé Omo Igbo Omi, em Ermelino Matarazzo; e do Terreiro de Candomblé Abassá Oxum Oxóssi, no Cangaíba.
 

Os processos de tombamento foram elaborados pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) e consideram os terreiros como referências culturais fundamentais para a preservação das tradições afro-brasileiras na cidade de São Paulo. Entre os critérios adotados estão a continuidade das práticas religiosas, a preservação da estrutura simbólica e religiosa do terreiro e arquitetura sagradas, a atuação comunitária e o papel histórico dessas casas no enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa.
 

O CONPRESP destacou, nas resoluções aprovadas, a contribuição das religiões de matriz africana para a formação cultural brasileira e o papel dos terreiros enquanto espaços de acolhimento, construção identitária, preservação da memória e resistência das culturas afro-brasileiras nas dinâmicas urbanas da cidade.
 

Entre os espaços reconhecidos está o Ilê Dara Asè Òsún Eyin, fundado pelo Babalorixá Pai Cido de Oxum, referência do candomblé queto em Sapopemba desde os anos 1980.
 

O terreiro também se destaca pela atuação de Pai Cido na difusão da cultura afro-brasileira por meio de rádios, jornais, livros e registros sonoros dos cânticos dos orixás.
 

O Ilê Asé Omo Igbo Omi, liderado por Mãe Izis de Logunedé, foi reconhecido pela preservação de elementos da tradição iorubá, pela configuração arquitetônica inspirada nos compounds tradicionais africanos e pela integração entre práticas do candomblé e da umbanda.
 

Já o Terreiro de Candomblé Abassá Oxum Oxóssi, fundado por Mãe Caçulinha e atualmente conduzido por Mãe Kátia, representa a preservação da tradição angola na cidade de São Paulo e a trajetória histórica de mulheres negras na consolidação do candomblé paulista.
 

As resoluções aprovadas pelo CONPRESP garantem a preservação dos espaços sagrados utilizados para culto e reconhecem os terreiros como patrimônios vivos, respeitando as transformações necessárias para a continuidade das práticas religiosas e comunitárias.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Fuvest 2026 escritas por mulheres

 Clube de leitura gratuito no Sesc Consolação debate obras da

Fuvest 2026 escritas por mulheres
 

Mediado por Camilla Dias, o projeto “Próxima Página” promove encontros mensais sobre títulos obrigatórios do vestibular, ampliando o acesso à literatura e incentivando a leitura crítica

 

Conceição Evaristo – Crédito: Mario Ladeira, Narcisa Amália – Crédito: Domínio Público, Djaimilia Pereira de Almeida – Crédito: José Carlos Carvalho, Sophia de Mello Breyner Andresen – Crédito: Antonio Pedro Ferreira, Julia Lopes de Almeida – Crédito: Arquivo Nacional / Domínio Público, Clarice Lispector – Crédito: Acervo Pessoal / Álbum de Família, e Paulina Chiziane- Crédito: Acervo Visão

 

 

Imagens para divulgação: acesse aqui

 

O Sesc Consolação realiza, de 30 de maio a 7 de novembro de 2026, o clube de leitura Próxima Página, uma série de encontros mensais voltados à literatura produzida por mulheres e inspirados na lista de livros obrigatórios da Fuvest 2026. Mediado pela assistente social e curadora literária Camilla Dias, o projeto acontece aos sábados, das 15h às 17h, no Espaço de Leitura (3º andar) da unidade.
 

Com entrada gratuita e retirada de ingressos 30 minutos antes do início das atividades, o clube busca ampliar o acesso à leitura literária e estimular o pensamento crítico por meio do debate coletivo. Além de reunir leitores interessados em literatura, a proposta também pode servir como espaço de aproximação com obras cobradas nos vestibulares, especialmente para jovens que não têm acesso a cursos preparatórios ou acompanhamento especializado em leitura e redação.
 

Em 2026, a curadoria é dedicada exclusivamente a obras escritas por mulheres presentes na bibliografia obrigatória da Fuvest. A seleção contempla autoras nacionais e internacionais, clássicas e contemporâneas, reunindo diferentes perspectivas sobre temas como desigualdade social, colonialismo, identidade, condição feminina, racismo, espiritualidade, memória e resistência.
 

Cada encontro propõe uma breve contextualização sobre a obra e a trajetória da autora, seguida por uma roda de conversa em que as pessoas participantes são convidadas a compartilhar impressões e interpretações de leitura. Cabe à mediação organizar o debate e aprofundar reflexões sobre os temas levantados pelos livros.

 

 

Camilla Dias – Crédito: Acervo pessoal

 

 

Sobre Camilla Dias

 

Camilla Dias é assistente social, curadora literária e mediadora de leitura. Ela é cocriadora do projeto Leituras Decoloniais e idealizadora do Lendo escritores negro-brasileiros, iniciativas voltadas à democratização do acesso à literatura e à valorização de narrativas historicamente invisibilizadas.
 

 

 

Programação

30/5 (sábado), às 15h 
Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo

Coletânea de poesias que teve grande impacto na época de sua publicação, abordando temas como abolição da escravidão, Proclamação da República, educação e a condição feminina.

 

27/6 (sábado), às 15h 
Nebulosas, de Narcisa Amália

Coletânea de poesias que teve grande impacto na época de sua publicação, abordando temas como abolição da escravidão, Proclamação da República, educação e a condição feminina.

 

25/7 (sábado), às 15h 
A visão das plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida

Um antigo capitão de navios negreiros decide cultivar um jardim em sua casa de infância após deixar seu trabalho marcado por sofrimento. O livro explora temas de culpa, redenção e a busca por sentido, refletindo sobre as contradições e violências do passado colonial português.

 

29/8 (sábado), às 15h 
Geografia, de Sophia de Mello Breyner Andresen 

Coletânea de poesias da escritora portuguesa, influenciada por João Cabral de Melo Neto, que aborda a religiosidade cristã e denuncia a iniquidade, o abuso e a opressão. A autora utiliza a poesia como uma ferramenta de transformação social, refletindo sobre temas profundos e universais.

 

26/9 (sábado), às 15h 
Memórias de Martha, de Julia Lopes de Almeida 

O romance apresenta a jornada de Martha, por meio de suas memórias desde a infância em um cortiço carioca até sua busca por um futuro melhor. A personagem desafia os padrões impostos às mulheres do século 19 e busca sua independência intelectual e emocional. A obra discute a condição feminina, a importância do ensino e os desafios de conquistar espaço em uma sociedade patriarcal.

 

31/10 (sábado), às 15h 
A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector 

G.H. é uma escultora da elite carioca. Após demitir sua empregada e terminar um relacionamento, decide arrumar o quarto de serviço e encontra uma barata, desencadeando uma crise existencial e uma jornada de autoconhecimento ao devorar o inseto para desvendar a vida crua, questionando a identidade e o sentido da existência humana.

 

7/11 (sábado), às 15h 
Balada de amor ao vento, de Paulina Chiziane 

A obra narra a história de amor e sofrimento de Sarnau, uma mulher moçambicana que enfrenta as dificuldades impostas pela sociedade patriarcal. Por meio de sua jornada, o romance aborda temas como a opressão feminina, a tradição, a luta pela liberdade e a busca por identidade e resistência em um contexto cultural e social complexo.

 

Serviço 
 

Clube de Leitura Próxima Página 
Com Camilla Dias (@camillaeseuslivros)
Quando: de 30/5 a 7/11/2026, sábados, das 15h às 17h
Onde: Espaço de Leitura – 3º andar | Sesc Consolação
Grátis – retirada de ingresso com 30 minutos de antecedência

Classificação: Livre

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Bate Fundo leva roda de samba gratuita ao Sesc 24 de Maio

 


Com entrada gratuita, apresentação integra o projeto Samba do Comerciário e ocupa o térreo da unidade com clássicos do gênero no Centro de São Paulo

Na foto: Grupo Bate Fundo | Créditos: André Luiz Silva 
 


 

São Paulo, maio de 2026 – No dia 29 de maio, às 18h, o projeto Samba do Comerciário, no Sesc 24 de Maio, recebe a roda de samba do grupo Bate Fundo, em uma celebração da essência do samba raiz. A apresentação reúne tradição, comunidade e alegria em um encontro gratuito e aberto ao público.

 

Com o batuque de tantãs, pandeiros e cavaquinhos, o grupo apresenta clássicos do samba, valorizando a cultura popular brasileira e promovendo uma experiência coletiva no coração do Centro de São Paulo.

 

O show integra o projeto Samba do Comerciário, que realiza rodas de samba gratuitas na última sexta-feira de cada mês. A iniciativa busca fortalecer o gênero e ampliar o acesso à cultura, convidando passantes e frequentadores da unidade a vivenciar o samba em sua forma mais autêntica.

 

A próxima edição já está confirmada: no dia 26 de junho, o Sesc 24 de Maio recebe o grupo Samba de Ganga, em uma grande roda de samba de terreiro.

 

Acesse:

Instagram – @batefundooficial

 

Serviço

Bate Fundo

Data: 29/5, sexta, às 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: Livre

Grátis: sem retirada de ingressos
Duração: 90 min

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

 

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300

 

A Feira do Livro e ArPa transformam o Pacaembu em polo cultural no fim de semana

Praça Charles Miller recebe, em edições simultâneas, A Feira do Livro e a ArPa, conectando artes visuais, literatura e lazer no complexo da Mercado Livre Arena Pacaembu

 

O último fim de semana de maio e a primeira semana de junho têm endereço certo: a praça Charles Miller, no Pacaembu. Ali, livros, arte, esporte e lazer dividem o mesmo pedaço da cidade — reunidos por A Feira do Livro e pela ArPa, iniciativas que, coincidentemente, nasceram em um escritório no largo do Arouche e chegam cada uma à sua 5ª edição, integradas ao complexo Mercado Livre Arena Pacaembu.

Criada em 2022, A Feira do Livro é uma realização da Associação Quatro Cinco Um, organização voltada para a difusão do livro no Brasil, da Maré Produções, empresa especializada em exposições de arte, e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet. 

Já a ArPa, criada no mesmo ano, se consolidou como uma das principais feiras de arte contemporânea do país, com a participação de galerias do Brasil e do exterior em projetos curatoriais que priorizam consistência, pesquisa e experimentação. A 5ª edição reúne diferentes setores que articulam mercado, formação e reflexão crítica.

O festival literário paulistano começa em 30 de maio e se estende até 7 de junho. Já a feira de arte contemporânea abre em 27 de maio e vai até 31. Em seu primeiro final de semana, A Feira do Livro divide o espaço com a ArPa a poucos passos de distância. 

Entre artistas plásticos e galerias, quem visitar a praça vai encontrar n’A Feira do Livro 2026 escritores nacionais e internacionais, como Carla Madeira, Jeferson Tenório, Adriana Negreiros, Bel Coelho, Bianca Santana, Camila Appel, Chukwuebuka Ibeh (Nigéria), Daniel Munduruku, Daniela Catrileo (Chile), Erika Palomino, Eustáquio Neves, Fernando Morais, Giovana Madalosso, Inés Bortagaray (Uruguai), Julia Kumpera, Kauê Lopes dos Santos, Luiz Antonio Simas, Mariana Salomão Carrara, Natalia Timerman, Nei Lopes, Noemi Jaffe, Pedro Bial, Pilar Quintana (Colômbia), Rute Costa, Sandro Veronesi (Itália), Silviano Santiago, Stefano Mancuso (Itália), Tracy Mann (EUA) e muitos outros.

Na ArPa, o público encontrará uma programação estruturada em diferentes núcleos. O Setor Principal reúne galerias consolidadas do Brasil e do exterior; o Setor UNI, dedicado a exposições solo e projetos curatoriais experimentais; o Setor Base combina exposições e debates mediados; o Setor Editorial, dedicado à produção gráfica e ao pensamento crítico em arte; e o Setor Institucional — voltado a organizações que promovem pesquisa, memória, formação e acesso à arte — completa a programação. 

Tanto n’A Feira do Livro quanto na ArPa, haverá as editoras independentes e especializadas, como Lovely House, Ubu, Cobogó e Seloceleste, fortalecendo o livro como plataforma essencial no circuito artístico.

No intervalo entre uma visita e outra, o complexo Mercado Livre Arena Pacaembu oferece piscina olímpica, quadra poliesportiva para futsal, basquete, vôlei ou handebol, quadras de saibro e rápida para tênis, além de uma pista de atletismo de 400 metros gratuita. Mas o caminho também pode acontecer no sentido inverso: quem frequenta a Arena para nadar, correr, jogar ou treinar encontra, ao redor, uma programação cultural ampla e pulsante, com arte contemporânea, encontros literários e atividades que transformam a atividade esportiva em um programa ainda mais completo pela cidade. No mesmo espaço estão a Loja Live!, The Coffee, Café Cultura, Bacio di Latte, Panini e a Academia Bio Ritmo, distribuídos entre o largo e a alameda Oeste. 

O Museu do Futebol e o restaurante Bubu também ocupam o mesmo espaço — assim como a feira livre, que ocorre às terças, quintas, sextas e sábados, para quem quiser esticar o passeio para além do fim de semana.

SERVIÇO

A Feira do Livro

30 de maio a 7 de junho de 2026

Horários:

Finais de semana e feriado prolongado: 10h às 20h

Dias úteis (segunda, terça e quarta): 14h às 21h

Praça Charles Miller, Pacaembu, São Paulo

https://www.afeiradolivro.com.br/

@afeiradolivro

 

ArPa
27 a 31 de maio de 2026
Rua Capivari (portão 23) ou Praça Charles Miller, Pacaembu, São Paulo

https://arpa.art/

@arpa__art

 

Mercado Livre Arena Pacaembu

Complexo: todos os dias, das 6h às 22h

Piscina: terça a domingo, das 7h às 18h50

Reservas pelo app Mercado Livre Arena Pacaembu

@mercadolivre.arenapacaembu

Museu do Futebol lança livro gratuito com vencedores do Concurso de Crônicas e Contos 2025

 

O lançamento acontece no dia 31 de maio, às 15h, dentro do Museu do Futebol. A edição bilíngue (português e espanhol) apresenta 20 textos inspirados no tema futebol sul-americano.

Com os 20 textos vencedores de seu Concurso de Crônicas e Contos de 2025, o Museu do Futebol lança no dia 31 de maio (domingo), o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa, que sai em edição bilíngue (português e espanhol), com distribuição gratuita. O lançamento acontece a partir das 15h na sala Jogo de Corpo, dentro do Museu, com acesso também gratuito para quem for ao evento. Além do livro físico, editado pela Patuá, haverá também o lançamento do audiobook e do ebook, estes produzidos em parceria com o aplicativo Skeelo, um dos maiores ecossistemas de leitura digital da América Latina. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo.  
O título do livro faz referência à exposição temporária que inspirou o tema do concurso. Assim, os 20 textos selecionados traçam um panorama da paixão sul-americana pelo esporte. No encontro entre literatura, jornalismo e esporte, a região é retratada em suas festas, dramas, nuances e contradições. São histórias de viagem e de imigração, lembranças de torcedores, resistência feminina, memórias de guerras, traumas de ditadura e causos de rivalidade nas fronteiras. Há momentos de muito riso, de raiva e de tristeza profunda – como em qualquer boa partida de futebol.   
O Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol teve sua primeira edição em 2022 e, desde então, recebeu mais de 2.200 inscrições de todos os estados brasileiros. Ele foi criado com o objetivo de estimular a produção de narrativas curtas sobre o futebol, gênero que imortalizou grandes escritores e grandes ídolos. O sucesso do concurso estimulou a equipe do Museu do Futebol a ampliar a iniciativa, o que culminou na ampliação do número de vencedores em 2024 – de três para vinte – e a publicação do primeiro livro Na ponta das canetas, com todos os ganhadores dos três primeiros anos de realização. Assim, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa é o segundo volume relacionado à iniciativa. 
O livro apresenta os trabalhos de Anna Laura Chepp, Antonio Gomes de Jesus Neto, Bibiana Lucas, Cassio Giorgetti, David Ehrlich, Dudu Machado, Francesco Jordani Rodrigues, Gabriel Bortulini, Gabriel Mamani Magne, Leo Lepri, Leonardo Catto, Leticia Quadros, Maira Yesenia Trujillo Vanegas, Maria Elisa Savaget Carneiro, Maria Fernanda Moraes, Mateo Olivera Santivañez, Reginaldo Pereira, Roberto Vieira, Sidney Dupeyrat e Weslley da Silva. Eles foram escolhidos entre mais de 700 inscritos vindos de todas as regiões do país. Por conta do tema, excepcionalmente foram aceitos também textos em espanhol, de forma a contemplar a comunidade migrante vivendo no Brasil.  
A comissão julgadora foi composta pela escritora Luiza Romão, vencedora do Prêmio Jabuti em 2022; pelo jornalista Matias Pinto, que faz o podcast O Som das Torcidas; pelo jornalista Klaus Richmond, repórter da revista Placar – parceira oficial do Concurso de Crônicas e Contos do Museu do Futebol; e Renata Beltrão. 
Distribuição gratuita 
Depois do lançamento, o livro ¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa pode ser retirado gratuitamente na biblioteca do Museu do Futebol, de terça a sábado. Durante A Feira do Livro, que acontece de 30 de maio a 7 de junho na Praça Charles Miller, haverá exemplares disponíveis também no estande da editora Patuá. Já o audiobook e ebook estarão disponíveis gratuitamente no aplicativo Skeelo, através deste link.  
FICHA TÉCNICA  
Livro 
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa 
Organização de Museu do Futebol. 
Tradução de Sandra Martha Dolinsky.  
São Paulo: Patuá, 2026. 
Vários autores 
Edição bilíngue: português/espanhol 
140p.; 16 X 23 cm.  
ISBN 978-65-281-0415-4 
Ebook 
Copyright © Museu do Futebol, 2026. 
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas 
e Contos do Museu do Futebol © dos autores, 2026. 
Editores: Alessandro Romio, Eduardo Lacerda, 
Franklin Valverde, Ricardo Escudeiro 
Assistentes editoriais: Amanda Vital, Angélica Marques, 
Gabriel Santana, Içara Bahia, João Vitor Nascimento, 
Rafael Arms, Ricardo Escudeiro 
Traduções: Sandra Martha Dolinsky 
Capa, projeto gráfico e diagramação: 
Alessandro Romio | Instagram: @romioland 
Ilustração de capa a partir de fotos de 
Ljupco Smokovski, Art_Photo e Master1305/ Shutterstock 
Revisão: Ricardo Escudeiro 
Administrativo e comercial: Pricila Gunutzmann 
Assistente Administrativo: Sofia Fernandez Gunutzmann 
Estágio em Comunicação: Letícia Rossi 
Eventos: Flavio Rodrigues 
Expedição: Felipe Gomes 
Versão digital: Rafael Alt 
ISBN 978-65-87184-16-6 
Audiolivro 
¡Cancha Brava! Futebol sudamericano en disputa – Crônicas e Contos do Museu do Futebol 
Crónicas e Cuentos del Museo del Fútbol 
Vários autores, Editora Patuá 
ISBN do Audiolivro: 978-65-87184-17-3 
Narradoras: Raíssa Bueno e Victoria Ansera 
Produção: Studios Wave e Reading u 
Distribuição: Skeelo 
Duração Total: 03h 06min 15s 
Ano de Lançamento: 2026 
Formato de Distribuição: .MP3 (Alta qualidade, taxa de bits 256 kbps, taxa de amostragem 44.1 kHz)   
 
Acesse através deste link. 
Museu do Futebol  
Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu - São Paulo  
De terça a domingo, das 9h às 18h (entrada permitida até as 17h)  
Toda primeira terça-feira do mês, até as 21h (entrada até 20h)  
R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia)  
Crianças até 7 anos não pagam  
Grátis às terças-feiras  
Garanta o ingresso pela internet:  
Estacionamento com Zona Azul Especial — R$ 6,95 por três horas  
 

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