quarta-feira, 6 de maio de 2026

Inclusão e acolhimento marcam sessão de cinema especial para famílias de pessoas com TEA na Zona Sul de São Paulo

 


Ação reuniu cerca de 80 famílias em experiência gratuita realizada em parceria entre o Morumbi Town Shopping, Instituto Multiplicando e Incluir Treinamentos
 



(Imagem: Divulgação)


São Paulo, abril de 2026 – Um domingo que poderia ser apenas mais uma ida ao cinema se transformou em uma experiência de acolhimento, inclusão e pertencimento para dezenas de famílias na Zona Sul de São Paulo. No último dia 19 de março, o Morumbi Town Shopping, em parceria com o Instituto Multiplicando e a Incluir Treinamentos, promoveu uma sessão de cinema especialmente pensada para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
 

ação reuniu cerca de 150 participantes, entre crianças e acompanhantes, representando aproximadamente 80 famílias. Com a sala cheia e apoio do Cinesystem, que abriu suas portas para a realização da sessão, o encontro foi marcado por momentos de leveza, troca e conexão, proporcionando uma vivência que vai além do entretenimento.
 

Mais do que assistir a um filme, as famílias puderam acessar um espaço preparado para acolher suas necessidades, com respeito, segurança e sensibilidade. A iniciativa reforça a importância de ambientes inclusivos, em que o lazer também seja acessível e pensado para diferentes realidades.
 



(Imagem: Divulgação)


A realização da sessão foi viabilizada pela união entre diferentes frentes comprometidas com a inclusão. O Instituto Multiplicando, fundado em 2020, atua com foco em acolhimento, formação e advocacy, e tem como missão promover e multiplicar ações socioassistenciais para inclusão da pessoa com deficiência, diminuindo a desigualdade. Já a Incluir Treinamentos contribuiu com a preparação da experiência, trazendo sua expertise na capacitação para o atendimento de pessoas com TEA e na promoção de ambientes mais acessíveis.
 

Para o Morumbi Town Shopping, iniciativas como essa fazem parte de um olhar contínuo para a diversidade de públicos que frequentam o empreendimento. “Acreditamos que o shopping deve ser um espaço para todos, e isso passa por escuta, parceria e adaptação. Quando nos conectamos com instituições que vivem essa realidade, conseguimos construir experiências mais sensíveis e verdadeiramente inclusivas. Nosso objetivo é seguir ampliando esse tipo de iniciativa e fortalecer um ambiente onde todas as pessoas se sintam bem-vindas”, afirma Luis Horn, coordenador de marketing do shopping.
 

A ação reforça o papel das parcerias na construção de experiências mais acessíveis e evidencia que o acesso ao lazer também é uma dimensão essencial da inclusão, especialmente quando o ambiente está preparado para receber, e não quando o público precisa se adaptar a ele.
 


(Imagem: Divulgação)


 

O Morumbi Town Shopping está localizado na Av. Giovanni Gronchi, 5930, Vila Andrade, Zona Sul de São Paulo.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Praça Ramos de Azevedo se transforma em arena para estreia de “A Ilha”, da Jorge Garcia Companhia de Dança

 

Cinco bailarinos, quatro músicos e um círculo formado no meio da cidade: é assim que a Jorge Garcia Companhia de Dança estreia A Ilha nos dias 8, 9 e 10 de maio, às 18h30, na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Com entrada gratuita, a performance convida o público a ocupar o espaço urbano como experiência artística, transformando a praça em uma arena a céu aberto.

Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e dá continuidade à sua pesquisa em intervenções urbanas. Em cena, artistas e espectadores compartilham o mesmo espaço, organizados em formato circular, dissolvendo fronteiras entre quem assiste e quem performa.  

Com A Ilha, queremos transformar o espaço público em um lugar de encontro e imaginação. A ideia é criar uma pausa no cotidiano da cidade, onde as pessoas possam se reconhecer na arte, na música e na cultura popular, vivendo uma experiência coletiva e sensível”, aponta Jorge Garcia, diretor da companhia.

Inspirado no universo do Cavalo Marinho, manifestação da cultura popular pernambucana, A Ilha articula dança contemporânea e música ao vivo em uma construção coletiva. Ritmo, presença e improvisação atravessam a cena, em diálogo direto com a musicalidade e com a dinâmica do espaço público.

A trilha é executada ao vivo por quatro músicos, com direção de Eder “O” Rocha e Maurício Badé, integrantes da Banda Mestre Ambrósio. A música não apenas acompanha, mas conduz a ação cênica, criando camadas de intensidade e relação com o público.

Ao dispor bancos ao redor do palco circular, a cenografia, concebida por Leo Ceolin, reforça o caráter de convívio de uma praça, convidando à permanência e incentivando a participação do público. Já o figurino, assinado por Carol Sudati, dialoga com as figuras do Cavalo Marinho por meio de cores, máscaras e sobreposições, incorporando também peças do acervo da companhia ressignificadas para a criação. O projeto de iluminação é de Rossana Boccia.

Com “A Ilha”, a companhia circulará por outras regiões da cidade ampliando o acesso e propondo diferentes encontros entre arte e cotidiano. A próxima ocupação acontecerá ainda em maio (dias 29, 30 e 31), na área externa do Teatro Paulo Eiróem Santo Amaro, região Sul.

O projeto foi contemplado pela 38ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, e a apresentação de estreia conta com o apoio do Novo Anhangabaú.

Sobre a Jorge Garcia Companhia de Dança

Fundada pelo coreógrafo pernambucano Jorge Garcia, a companhia desenvolve, há duas décadas, uma linguagem própria voltada à investigação das relações entre corpo, espaço e suas transformações. Com uma abordagem multidisciplinar, seus trabalhos articulam diferentes linguagens artísticas – com destaque para a dança em vídeo e criações no ambiente urbano – na busca por um corpo versátil e contemporâneo.

Ao longo de sua trajetória, construiu um repertório amplo e diversificado, com obras como Cantinho de Nóis (2005), Histórias da 1/2 Noite (2006), Cabeça de Orfeu (2008), Nihil Obstat (2009), Área Reescrita (2010), Caixa de Vidro (2012), Imprimi Potest (2013), Rotatória (2013), COPYLEFT (2014), a série Plano Sequência (2017–2019), além de criações mais recentes como Me Mostra Onde Dói (2022), Quatro Cantos (2022) e Estudos para Quimera (2023).

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SERVIÇO

Estreia: A Ilha – Jorge Garcia Companhia de Dança
Dias: 8, 9 e 10 de maio
Horário: 18h
Local: Praça Ramos de Azevedo (em frente à Fonte dos Desejos, próximo ao Centro de Referência da Dança – CRD)
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/nº - República, São Paulo - SP, 01037-000
Entrada: gratuita

Livre | Duração: 60 minutos

Dias: 29, 30 e 31 de maio 

Horário: sexta e sábado, às 19h, e domingo, às 18h

Local: Teatro Paulo Eiró (Praça – área externa)

Endereço: Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro, São Paulo - SP, 04733-100

 

Ficha Técnica

Direção, Concepção e Coreografia: Jorge Garcia | Trilha Sonora e execução ao vivo: Eder “O” Rocha e Maurício Badé - Músicos convidados: RUBI e Uriã de Barros | Elenco: Alisson Lima, Cristiano Bacelar, Dani Moraes, Jorge Garcia e Karen Marçal | Cenário: Leo Ceolin | Cenografia: El Ciclo / Leo Ceolin - Serralheria: Ednei Davelli - Marcenaria: Mauro Gonçalves | Iluminação: Rossana Boccia | Vestuário: Carolina Sudati em co-criação com a companhia e equipe: Amanda Gomes, Lia Morena, Thiago Fabril, Edna Naomi e Nádia Schurkim | Técnico de Luz e Cenotécnico: Enor Fonseca | Técnicos de Som: Antônio Porto e Paulo Grassmann |Workshops: Alício Amaral (Cia. Mundu Rodá), Kelly Silva e Juliana Pardo | Design Gráfico: Sonaly Macedo | Fotografia: Silvia Machado | Registro em vídeo: Pri Magalhães | Divulgação/Mídias Sociais: Portal MUD e Juliana Vinagre | Assessoria de Imprensa: Elaine Calux | Assistentes de Produção: Flávia Santos e Yngrid Gomes | Produção Geral: Cristiane Klein (Dionísio Produção)

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Prefeitura realiza audiência pública sobre requalificação do entorno do MASP

 

 

Encontro em 13 de maio apresenta contribuições da população e avanços do projeto que transforma área na Avenida Paulista em espaço de convivência



A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), realiza no próximo dia 13 de maio, às 19h, no auditório do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), audiência pública para apresentar os resultados da consulta pública e os avanços do projeto de requalificação do entorno do museu.
 

O encontro marca uma nova etapa do processo participativo iniciado em outubro de 2025, quando foi aberta consulta pública on-line para coleta de sugestões da população. Ao todo, foram registradas 161 contribuições entre 26 de outubro e 16 de novembro, que subsidiaram a atualização da proposta urbanística.
 

Durante a audiência, será apresentado o relatório devolutivo da consulta, além de informações sobre a abertura de chamamento público para a formalização de acordo de cooperação que viabilizará a implantação do projeto.
 

A proposta contempla a requalificação da Rua Professor Otávio Mendes e da Praça Arquiteto Rodrigo Lefèvre, área estratégica de conexão entre as avenidas Paulista e Nove de Julho. Batizado de “Jardim do MASP” pela instituição, o projeto prevê a transformação do espaço — atualmente com predominância viária — em uma área de convivência voltada ao pedestre.
 

Entre as diretrizes estão a ampliação da acessibilidade universal, aumento da permeabilidade do solo, mais arborização, qualificação da iluminação pública e instalação de mobiliário urbano. O trecho, interditado ao tráfego de veículos desde novembro de 2024, passaria a ser requalificado para circulação ativa, permanência e lazer.
 

A iniciativa tem origem em Manifestação de Interesse Social (MIS) apresentada pelo MASP e já conta com aprovação conceitual da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) e da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA). A instituição propõe colaborar com estudos técnicos e diretrizes urbanísticas, além de viabilizar a execução das obras e a manutenção do espaço por 30 anos.
 

O projeto integra o programa “Repensando Espaços Públicos” e está alinhado à Meta 52 do Plano de Metas da Prefeitura, que prevê a qualificação de ruas, praças e calçadas, com foco na mobilidade ativa, no convívio social e na valorização do espaço público.
 

Serviço

Audiência pública – Requalificação do entorno do MASP
Data: 13 de maio
Horário: 19h
Local: Auditório do MASP
Endereço: Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo

Sesc Santana recebe grupo de circo de Presidente Prudente com espetáculo sobre tecnologia e improviso

 

Apresentação aborda relação entre recursos eletrônicos e práticas do circo tradicional

 

Link com fotos para download

Dias 09 e 10 de maio de 2026 Sesc Santana recebe espetáculo de circo que apresenta uma narrativa centrada em um sistema eletrônico capaz de ler pensamentos e projetar imagens holográficas de artistas. Durante a encenação, falhas no funcionamento do sistema conduzem os personagens à execução de números baseados em práticas do circo tradicional, como música ao vivo e improvisação.
 

A montagem propõe uma relação entre recursos tecnológicos e linguagens históricas do circo. Em cena, os artistas recorrem a estruturas narrativas da comicidade e à interação com o público para dar continuidade ao espetáculo diante dos imprevistos apresentados na dramaturgia. Entre os elementos cênicos, está a presença de uma figura de animal que participa das ações ao longo da apresentação.
 

O grupo é originário de Presidente Prudente e integra o Galpão da Lua, reconhecido como Ponto de Cultura. A iniciativa faz parte da política pública Programa Cultura Viva, criada pelo Ministério da Cultura para fomentar ações culturais comunitárias e ampliar o acesso à produção artística.
 

Com mais de duas décadas de atuação, o coletivo desenvolve trabalhos em espaços públicos e alternativos, com base em teatro de rua, circo e música. Ao longo de sua trajetória, o grupo realizou apresentações em centenas de municípios de diferentes estados brasileiros, consolidando atuação em circuitos culturais populares.
 

Fontes:Link - Link -
 

Ficha Técnica

Elenco: Fernando Ávila (Dez pras Sete), Luiz Paulo Valente (Seu Lavanco) e Tiago Munhoz (Custipíl de Pinoti)

Texto: Grupo Rosa dos Ventos

Direção: Grupo Rosa dos Ventos

Criação Musical: Grupo Rosa dos Ventos

Linguagem: Circo, Teatro de Rua e música.

Estreia: dezembro de 2018

Cenário: Grupo Rosa dos Ventos
 

SERVIÇO

Data dos eventos: 09 e 10/05, sábado às 12h e domingos às 17h – gratuito

Classificação indicativa: livre

Local: deck de entrada – 150 lugares

Duração: 60 minutos.
 

SESC SANTANA:

Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579 Jd. São Paulo – São Paulo

Telefone: (11) 2971-8700

sescsp.org.br/Santana

Jean Tassy traz o Neo Soul e R&B de Brasília para o palco do Sesc 24 de Maio


Com mais de 250 milhões de plays e parcerias com nomes como Liniker e Marina Sena, artista apresenta o álbum "Acrônico" em duas sessões. 
 

 Créditos: André Iosolini |Fotos Divulgação 
 

São Paulo, maio de 2026 – Nos dias 09 e 10 de maio (sábado e domingo), o Sesc 24 de Maio recebe o cantor e compositor brasiliense Jean Tassy. Referência do R&B e do Neo Soul no Brasil, o artista apresenta o show de seu segundo álbum de estúdio, Acrônico (2024), com canções que abordam identidade, dualidade e comportamento humano. 
 

Aos 29 anos e com seis de carreira solo, Tassy já acumula números expressivos: são mais de 250 milhões de audições nas plataformas digitais. Sua trajetória é marcada por colaborações com grandes nomes da cena contemporânea, incluindo Liniker, Marina SenaDon LWIU, Duquesa e Yago Oproprio, parcerias que reforçam seu trânsito livre entre diferentes gêneros musicais. 
 

No repertório das apresentações, Jean mergulha em temas cotidianos e reflexões filosóficas que ganham corpo em arranjos modernos que flertam com o pop e o alternativo. 
 

Serviço 

Jean Tassy 

Show do disco Acrônico 

Data: 09 e 10 de maio, sábado, às 20h e domingo, 18h 

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô 

Classificação: 12 anos 

Ingressos: disponíveis no site sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP - R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc). 

Duração do show: 90 minutos 

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h. 

 

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Sesc 24 de Maio 

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo 

350 metros do metrô República 

Fone: (11) 3350-6300 

sábado, 2 de maio de 2026

Do rap à ópera: Sesc Santo Amaro destaca diversidade musical na programação de maio

 

O músico “Renan Inquérito” traz o show baseado em seu mais recente disco, enquanto a “Comunidade Samba da Vela” celebra 25 anos de resistência, além de uma série de shows de forró, entre outras atrações 

Os Barbapapas_Foto_Jonas Tucci 

 


 

A programação musical do Sesc Santo Amaro em maio é marcada pela diversidade de estilos, como a Comunidade Samba da Vela, no dia 1/5; comemorando seus vinte e cinco anos de trajetória; já o rapper Renan Inquérito, traz um show baseado em seu último e autobiográfico disco, no dia 2/5. Além disso, há uma série de apresentações no projeto Forrozera, às sextas-feiras, a partir de 15/5. No dia 29/5, a São Paulo Wind Ensemble apresenta: Il Maestro di Cappella, concerto operístico com regência de Mônica Giardini, além do Acústico Kamaitachi, no dia 30/5, em que o artista revisita algumas das músicas mais marcantes de sua carreira, mesclando com novas composições.
 

Com ingressos à venda pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades, Renan Inquérito faz única apresentação no dia 2/5, às 20h, com repertório calcado em seu confessional último disco Tireóide; já no dia 29/5, também às 20h, a São Paulo Wind Ensemble apresenta: Il Maestro di Cappella, num monodrama cômico que retrata um maestro pomposo ensaiando uma orquestra e imitando o som dos instrumentos, com regência de Mônica Giardini. Além do Acústico Kamaitachi, que marca uma nova fase da trajetória musical de Kamaitach, mesclando os clássicos de seu repertório com novas composições, numa apresentação no dia 30/5, às 20h.
 

Também há apresentações gratuitas, como Comunidade Samba da Vela, no dia 1/5, às 17h, que comemora vinte e cinco anos de existência, nascido da ideia de acender uma vela no início da roda e encerrar quando a chama se apaga, um ritual que simboliza a efemeridade e a beleza do momento compartilhado. Os Barbapapas se apresentam no dia 9/5, às 17h, combinando ritmos latinos e brasileiros com elementos de jazz e instrumentação única, como um piano de taças elétricas. Já o Forrozera é uma série de shows que celebram o estilo, às sextas-feiras, às 19h, a partir de 15/5, com nomes como Fran Nóbregaabordando temas como feminismoAydê, que mescla MPB, forró e xote, com composições próprias e releituras de clássicos nordestinos e Nina Oliveira, unindo tradição e contemporaneidade.

 

Mais informações sobre a programação: 

 

Comunidade Samba da Vela 

Dia 1/5, sexta-feira, às 17h. Praça coberta. Livre. Grátis. 90 minutos 

Samba da Vela comemora 25 anos de resistência com um show especial que reúne os principais clássicos da comunidade, como Canto da Bisa e Sol do Cangaço. Com participações de três compositores e banda completa, o espetáculo é um tributo a todos que fizeram parte dessa trajetória de sucesso.

 

Guanabarinos 

Dia 8/5, sexta-feira, às 19h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

O repertório reúne composições autorais e obras de nomes centrais do Choro e da música popular brasileira. A alma boêmia dos bares e a alia à formação acadêmica de seus integrantes, trazem para o som um cuidado camerístico.

Com Felipe Rosa, JJ Simões, Igor Lazier

 

Os Barbapapas 

Dia 9/5, sábado, às 17h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

Os Barbapapas mistura ritmos latinos e brasileiros com instrumentação única, incluindo um piano de taças elétricas. Com dois álbuns lançados pelo selo alemão Fun in The Church, a banda já se apresentou em festivais e casas de destaque na Europa e Brasil.

 

Disco Club - O melhor dos anos 70 

Dia 14/5, quinta-feira, às 14h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

Um tributo ao movimento que dominou as pistas de dança nos anos 70, com repertório de sucessos de Bee Gees, Kool & The Gang, Earth, Wind & Fire, KC & Sunshine Band, Michael Jackson e mais, revivendo a magia das discotecas da época.

 

Fran Nóbrega 

Dia 15/5, sexta-feira, às 19h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

Fran Nóbrega celebra o forró homenageando ícones como Marines, Anastácia e Dominguinhos, unindo tradição e modernidade, interpretando clássicos e suas próprias composições. O show é uma celebração da cultura nordestina e uma ferramenta de transformação social, abordando pautas como feminismo e combate à violência.

 

Arnaldo do Coco 

Dia 17/5, domingo, às 17h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

A música de Arnaldo do Coco é um mergulho nas antigas melodias dos jangadeiros, é memória ancestral viva e pulsante. Sua voz e sua presença carregam a sabedoria dos mais velhos, a força do povo do mar, ou, como ele diz, do morro e do mangue.

 

Aydê 

Dia 22/5, sexta-feira, às 19h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

A cantora cearense mistura MPB, forró e xote no show Sou Nordeste, com composições próprias e releituras de clássicos nordestinos. O espetáculo homenageia compositores e intérpretes da região. Em 2023, lançou os álbuns Raízes e Arraiá da Aydê, premiado pelo fomento ao forró.

 

Nina Oliveira 

Dia 29/5, sexta-feira, 19h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

Nina Oliveira transita que transita entre a música, o teatro e a comunicação. Além de cantora, é compositora, atriz e apresentadora. Sua experiência na música vai desde coral erudito até bateria de bloco de carnaval.

 

São Paulo Wind Ensemble apresenta: Il Maestro di Cappella 

Dia 29/5, sexta-feira, 20h. Teatro. Livre. 90 minutos 

Ingressos: R$40 (inteira), R$20(meia entrada) e R$12(credencial plena) através do aplicativo Credencial Sesc SP ou nas bilheterias das Unidades da rede Sesc 

São Paulo Wind Ensemble apresenta Il Maestro di Cappella, um intermezzo operístico de Domenico Cimarosa, arranjado por Lorenzo Pusceddu para banda de concerto. A peça é um monodrama cômico que retrata um maestro pomposo ensaiando uma orquestra, imitando o som dos instrumentos. A apresentação inclui a abertura da ópera Gli Orazi ei Curiazi do mesmo compositor. Com regência de Mônica Giardini.

 

Acústico Kamaitachi 

Dia 36/5, sábado, 20h. Teatro. Livre. 90 minutos 

Ingressos: R$60 (inteira), R$30(meia entrada) e R$18(credencial plena) através do aplicativo Credencial Sesc SP ou nas bilheterias das Unidades da rede Sesc 

Kamaitachi dá início a uma nova fase de sua trajetória musical com o lançamento do projeto Acústico Kamaitachi, um registro intimista que revisita algumas das músicas mais marcantes de sua carreira, além de faixas inéditas.

 

Cavalo e Panda  

Dia 31/5, domingo, 17h. Praça coberta. Livre. Grátis. 60 minutos 

Cavalo e Panda é uma dupla instrumental que mistura música, comédia e espetáculo, levando energia e diversão para os palcos com sua proposta única e interatividade. Com shows pelo Brasil e mundo, eles conquistam o público com sua arte que nasceu nas ruas de São Paulo.

 

Sesc Santo Amaro

 

Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro, São Paulo (SP) 

 

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30. 

 

Como Chegar de Transporte Público: 300m a pé da Estação Largo Treze (metrô), 900m a pé da Estação Santo Amaro (CPTM), 350m a pé do Terminal Santo Amaro (ônibus).

 

Acessibilidade: A praça dá acesso a todos os andares (subsolo | térreo | 1º pav. | 2º pav.) do prédio e aos espaços de atividades por meio de dois elevadores. A Unidade possui banheiros e vestiários adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, espaço reservado no Teatro e conta com seis vagas especiais no estacionamento.

 

 

O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA

 O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA 

continua em cartaz nos cinemas brasileiros

 

Documentário de Bruno Mazzoco e Mariana Soares aborda a resistência do carnaval de rua de Recife e Olinda durante a covid-19; longa tem distribuição da Lira Filmes e patrocínio do BNDES

 


Brasília – Estreia

Cinesystem CasaPark

 

São Paulo

Espaço Petrobras de Cinema

 

Porto Alegre

Cinemateca Paulo Amorim



MATERIAL IMPRENSA

 

Maior festa popular brasileira, o Carnaval, também, sofreu as consequências da covid-1 9. O longa O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA, de Bruno Mazzoco e Mariana Soares, observa de forma próxima como os foliões de Recife e Olinda, por dois anos consecutivos, ficaram sem poder sair às ruas para viver a tradicional explosão de alegria típica desse momento. O filme estreia nos cinemas em 23 de abril, com distribuição da Lira Filmes e patrocínio do BNDES.

 

As filmagens começaram em 2021, registrando o vazio das ruas e a melancolia dos foliões, e, mais tarde, em 2023, acompanha a preparação para o carnaval daquele ano, com o sentimento de euforia e resiliência, ao se retomar a festa. O olhar para o passado recente permite compreender o presente e a vitória de voltar às ruas celebrando a vida e a alegria.

 

Com depoimentos de foliões famosos e anônimos, é possível compreender como foi necessária a parada naqueles dois anos, que deixou as ruas e praças do Recife e nas ladeiras centenárias de Olinda sem os sons, cores e festejos típicos da festa.

 

O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA é um retrato de resistência cultural mesmo em tempos difíceis. O filme lança um olhar para o frevo, que representa parte da identidade do povo brasileiro e Patrimônio da Humanidade. Ao patrocinar projetos audiovisuais centrados na cultura popular, o BNDES investe no cinema nacional, em obras representativas do povo brasileiro e de suas tradições regionaisanalisa Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

 

No filme, Nena Queiroga, cantora e compositora, que há mais de 30 anos comanda multidões em cima dos trios elétricos do Galo da Madrugada, confessa que chorou muito por não poder comemorar o carnaval durante a pandemia. Quando percebi que não ia ter carnaval, fiquei dois dias de cama. Já sonhei cantando sozinha, fui fazer show e não tinha ninguém, não tinha nada de pandemia, e, mesmo assim, não tinha público. É engraçada a pressão emocional. A gente já se imaginou não estando no carnaval, mas sem o carnaval, a gente nunca imaginou. 

 

Entrevistados e entrevistadas meditam sobre a importância da festa, mas também da necessidade de ausentar naqueles dois anos, afinal, carnaval é uma celebração da vida, e foi preciso a proteger para que a festa pudesse retornar em 2023.

 

Além de Nena, estão no longa figuras conhecidas, como Fernando Zacarias, o seu Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada, considerado o maior bloco carnavalesco do mundo; Lúcio Vieira da Silva, maestro da Orquestra Henrique Dias, que anima dezenas de blocos e troças carnavalescas de Olinda; Carlos da Burra, responsável por carregar o mais importante de todos os bonecos de carnaval, o místico Homem da Meia Noite; e Spok, maestro que se intitula como “último folião” por ser o responsável a pela apresentação de encerramento dos festejos no Marco Zero de Recife.

 

Combinando lembranças e expectativas, O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA é um filme emocionante que celebra a cultura brasileira e sua resistência diante das adversidades.

 

Meu pai foi o homenageado do Carnaval de Olinda de 2023, e a gente saiu com um desfile potente, tocando Luiz Gonzaga, Dominguinhos, músicas do interior de Pernambuco. É a lembrança do meu pai o tempo todo, mas de forma feliz porque foi isso que ele construiu, conta, no filme, Rudá Rocha, filho Zé da Macuca, fundador do Boi da Macuca, e falecido em maio de 2021.

 

O documentário foi exibido no Cine PE, no qual ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora, assinada por Diogo Felipe, e no In-Edit Brasil.

 


O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA

Brasil, 2024, 71 min

Direção: Bruno Mazzoco, Mariana Soares

Roteiro: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Renata Pimentel

 

Fotografia: Camilo Soares e Edver Hazin

Montagem: Ari Arauto

Som direto: Xisto Ramos, Mayra Coelho e Mateo Bravo

Desenho de Som: Diogo Felipe

Produção: Juliana Lira

Produção Executiva: Juliana Lira e Alba Azevedo

Direção de Produção: Alba Azevedo e Amanda Nascimento

Pesquisa: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Amanda Nascimento

 

Distribuição: Lira Filmes

 

Sinopse: ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA acompanha a preparação de alguns dos principais personagens do carnaval pernambucano – e também de alguns foliões anônimos – para a apoteose do carnaval de 2023. Os dois anos do cancelamento da festa por conta da pandemia de Covid-19 produziram momentos incolores de saudade, tristeza e expectativa. Mas também causaram arrebatamento no retorno da tão esperada festa. Seu enredo sintetiza, de certa forma, um pouco da jornada de dificuldades e sofrimento que os brasileiros, em alguma medida, passaram durante o período mais agudo da pandemia e traz a catarse que foi a volta da festa de rua no que para muitos foi o maior carnaval do século.

Peça Única, da House of Hands Up (MS), chega ao Sesc 24 de Maio pela programação do Palco Giratório

      Com nove artistas em cena, espetáculo combina criação coletiva e improvisação em performance marcada pela experimentação e pela afirma...