quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Prefeitura entrega obra de restauro do painel frontal do Monumento à Independência do Brasil
Comandado pelo restaurador francês Antoine François Amarger, processo procurou preservar o caráter histórico do monumento
De Secretaria Executiva de Comunicação
Em cerimônia realizada na manhã desta quarta-feira (9), a Prefeitura entregou a obra de restauração do painel frontal do Monumento à Independência do Brasil. Esta é a primeira etapa de um processo que deve reformar todo o monumento até 2022, quando se comemora o bicentenário de independência do país. “Esse restauro significa recuperar um símbolo muito importante para a cidade e para nossa história. Cuidamos muito pouco da nossa memória. E essa iniciativa da Prefeitura, de buscar recursos para fazer esse restauro, coloca a nossa memória em um outro lugar”, afirmou a secretária municipal de Cultura, Maria do Rosário Ramalho. Comandados pelo francês Antoine François Amarger, especialista em restauro de obras em bronze, dez técnicos de diversas nacionalidades conviveram durante três meses trabalhando e discutindo soluções para os problemas que se apresentavam durante o processo de restauração do painel frontal do monumento. A comunidade local também participou ativamente do processo por meio de debates e visitas técnicas de universidades, museus e grupos independentes, com apoio do Museu Paulista. O processo de restauro procurou preservar o caráter histórico da obra, dando ênfase às qualidades plásticas das esculturas e assegurando uma reestruturação metálica e de ancoragem que promovam uma maior longevidade a todo o conjunto em metal e suas intersecções com a alvenaria e a cantaria. “Essa é a minha primeira experiência prática em restauro de obras no Brasil. E participar desse processo é grandioso, por toda a importância e simbolismo que esse monumento tem na história do país. E acredito que esse é um primeiro passo em um processo para que os brasileiros redescubram a beleza das esculturas que o patrimônio brasileiro tem”, afirmou Antoine François Amarger.
Para a restauração do painel frontal do monumento foram investidos R$ 1,1 milhão, advindos do Funcap – Fundo de Proteção do Patrimônio Cultural e Ambiental Paulistano. O Departamento do Patrimônio Histórico, da Secretaria Municipal de Cultura, contratou há dois anos um diagnóstico para saber os principais problemas estruturais da obra, definindo assim as etapas do cronograma. “Esse é o primeiro passo de um longo trabalho. Esse monumento não é só da cidade de São Paulo, é do Brasil. Tem um significado nacional que podia ser explorado do ponto de vista turístico. Quando visitamos outros países, percebemos o cuidado que se tem com os monumentos tradicionais. Então, precisamos conhecer mais a nossa identidade e valorizar mais a nossa história, memória. E esse é o papel do Departamento de Patrimônio Histórico. E é aquilo que trouxemos na gestão do prefeito Fernando Haddad:transparência e visibilidade ao patrimônio. E hoje estamos dando mais um passo nessa direção”, afirmou Nadia Somekh, diretora do Departamento do Patrimônio Histórico da secretaria municipal de Cultura. Também participaram da cerimônia de entrega da restauração o adido social do Consulado Geral de Portugal, Gonçalo Capitão; o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili; o diretor-superintendente da Associação Comercial do Ipiranga, Gerson Gomes; e o representante do Movimento Cívico em Defesa do Parque e do Monumento, Gerson Abdallah.
História
O Monumento à Independência do Brasil é considerado um dos maiores grupos escultóricos em bronze da América Latina. O exemplar arquitetônico foi inaugurado em 1922, no bairro do Ipiranga, na zona sul, em comemoração do centenário da independência política do país. Na Cripta Imperial, localizada abaixo do monumento, repousam os restos mortais dos primeiros imperadores do Brasil: Dom Pedro I, Dona Leopoldina e Dona Amélia. O conjunto é tombado pelo Condephaat, Conpresp e Iphan, sendo um patrimônio histórico do processo de fundição da época, revelando o caráter embrionário das fundições de obras de arte no Brasil. As últimas obras de restauração e conservação no Monumento à Independência tinham sido realizadas no início dos anos 2000. FOTOSCrédito: Heloísa Ballarini/SECOM
De Secretaria Executiva de Comunicação
Em cerimônia realizada na manhã desta quarta-feira (9), a Prefeitura entregou a obra de restauração do painel frontal do Monumento à Independência do Brasil. Esta é a primeira etapa de um processo que deve reformar todo o monumento até 2022, quando se comemora o bicentenário de independência do país. “Esse restauro significa recuperar um símbolo muito importante para a cidade e para nossa história. Cuidamos muito pouco da nossa memória. E essa iniciativa da Prefeitura, de buscar recursos para fazer esse restauro, coloca a nossa memória em um outro lugar”, afirmou a secretária municipal de Cultura, Maria do Rosário Ramalho. Comandados pelo francês Antoine François Amarger, especialista em restauro de obras em bronze, dez técnicos de diversas nacionalidades conviveram durante três meses trabalhando e discutindo soluções para os problemas que se apresentavam durante o processo de restauração do painel frontal do monumento. A comunidade local também participou ativamente do processo por meio de debates e visitas técnicas de universidades, museus e grupos independentes, com apoio do Museu Paulista. O processo de restauro procurou preservar o caráter histórico da obra, dando ênfase às qualidades plásticas das esculturas e assegurando uma reestruturação metálica e de ancoragem que promovam uma maior longevidade a todo o conjunto em metal e suas intersecções com a alvenaria e a cantaria. “Essa é a minha primeira experiência prática em restauro de obras no Brasil. E participar desse processo é grandioso, por toda a importância e simbolismo que esse monumento tem na história do país. E acredito que esse é um primeiro passo em um processo para que os brasileiros redescubram a beleza das esculturas que o patrimônio brasileiro tem”, afirmou Antoine François Amarger.
Para a restauração do painel frontal do monumento foram investidos R$ 1,1 milhão, advindos do Funcap – Fundo de Proteção do Patrimônio Cultural e Ambiental Paulistano. O Departamento do Patrimônio Histórico, da Secretaria Municipal de Cultura, contratou há dois anos um diagnóstico para saber os principais problemas estruturais da obra, definindo assim as etapas do cronograma. “Esse é o primeiro passo de um longo trabalho. Esse monumento não é só da cidade de São Paulo, é do Brasil. Tem um significado nacional que podia ser explorado do ponto de vista turístico. Quando visitamos outros países, percebemos o cuidado que se tem com os monumentos tradicionais. Então, precisamos conhecer mais a nossa identidade e valorizar mais a nossa história, memória. E esse é o papel do Departamento de Patrimônio Histórico. E é aquilo que trouxemos na gestão do prefeito Fernando Haddad:transparência e visibilidade ao patrimônio. E hoje estamos dando mais um passo nessa direção”, afirmou Nadia Somekh, diretora do Departamento do Patrimônio Histórico da secretaria municipal de Cultura. Também participaram da cerimônia de entrega da restauração o adido social do Consulado Geral de Portugal, Gonçalo Capitão; o embaixador da França no Brasil, Laurent Bili; o diretor-superintendente da Associação Comercial do Ipiranga, Gerson Gomes; e o representante do Movimento Cívico em Defesa do Parque e do Monumento, Gerson Abdallah.
História
O Monumento à Independência do Brasil é considerado um dos maiores grupos escultóricos em bronze da América Latina. O exemplar arquitetônico foi inaugurado em 1922, no bairro do Ipiranga, na zona sul, em comemoração do centenário da independência política do país. Na Cripta Imperial, localizada abaixo do monumento, repousam os restos mortais dos primeiros imperadores do Brasil: Dom Pedro I, Dona Leopoldina e Dona Amélia. O conjunto é tombado pelo Condephaat, Conpresp e Iphan, sendo um patrimônio histórico do processo de fundição da época, revelando o caráter embrionário das fundições de obras de arte no Brasil. As últimas obras de restauração e conservação no Monumento à Independência tinham sido realizadas no início dos anos 2000. FOTOSCrédito: Heloísa Ballarini/SECOM
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Dicas de Viagens
O ipiranguista, escritor e advogado João Aparecido da Luz foi entrevistado na TV APARECIDA no último dia 25 de outubro no programa BEM-VINDO ROMEIRO. Nesta entrevista João da Luz fala sobre seu livro Dicas de Viagens dando ‘dicas’ dos lugares por onde passou
sábado, 22 de outubro de 2016
ONG Habitat Brasil revitaliza viela em Heliópolis
Parceria entre Habitat para a Humanidade Brasil, Coral e Instituto GM beneficia 30 famílias na comunidade
SÃO PAULO, Brasil (19/10/16) – A ONG Habitat
para a Humanidade Brasil promove neste sábado, 22 de outubro, mutirão
de pintura para a revitalização da fachada de casas na comunidade de
Heliópolis, em São Paulo. Em parceria com o projeto “Tudo de Cor”, da
Coral, marca de tintas decorativas do grupo holandês AkzoNobel, e com o
Instituto General Motors, a atividade beneficia diretamente 30 famílias
inscritas no projeto da Habitat Brasil – que, desde 2013, reforma e
implementa melhorias habitacionais para população de baixa renda em
Heliópolis.
Para
o mutirão, a organização recebeu doações de kits de EPIs (50 luvas e 50
óculos) e 45 latas de tintas da Coral (810 litros no total). “É sempre
uma alegria receber doações de materiais e ter a participação de
voluntários para reformar casas em Heliópolis com a Habitat Brasil.
Estamos muito honrados com a oportunidade de realizar um evento que
mobiliza a comunidade e emana solidariedade ao proporcionar força e
estabilidade para tantas famílias. O trabalho que a Habitat Brasil vem
realizando no país há quase 25 anos só é possível através do apoio de
pessoas e empresas engajadas e sensibilizadas com a causa da moradia
adequada como um direito para todos”, declarou Mário Vieira, diretor
executivo do Escritório de Inovações Urbanas da Habitat para a
Humanidade Brasil em São Paulo.
A
ação deste sábado contará com o apoio de 25 voluntários da General
Motors Brasil, que trabalharão na pintura da fachada das casas. No dia
15 de outubro, outros 25 voluntários da GM prepararam as paredes para
receber a pintura: rebocaram todas as áreas externas das casas da Viela
da Mina, importante travessa dentro da comunidade, utilizada como
passagem por muitos moradores e endereço de mais de 30 famílias.
Com
cerca de 200 mil habitantes, Heliópolis é uma das maiores favelas da
capital paulista e da América Latina. A comunidade, que foi originada no
início dos anos 1970, é considerada um exemplo de mobilização social,
sendo uma das mais organizadas de São Paulo, no que diz respeito à
defesa e luta por direitos.
“O
projeto ‘Tudo de Cor’ é a missão da Coral posta em prática: levar cor
para a vida das pessoas, transformando seus lares e suas cidades”,
comenta Marcelo Abreu, gerente de marketing institucional da AkzoNobel
Tintas Decorativas e líder do “Tudo de Cor”. “Nós nos sentimos
privilegiados por ajudar a oferecer melhores condições de moradia para
essas famílias do Heliópolis”, completa. A Coral traz na bagagem sua
experiência com a comunidade Santa Marta, na zona sul do Rio de Janeiro.
Por lá, a marca vem, desde 2010, mobilizando moradores para renovar a
pintura da fachada de suas casas e ainda promovendo ações ligadas à arte
de rua.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Capela da subprefeitura aberta para visitação
A capela existente no prédio da Subprefeitura Ipiranga está aberta para visitação pública
das 08h00 às 18h00.
O prédio, onde hoje funciona a sede da Subprefeitura, na rua Lino Coutinho, 444,
abrigou de 1945 até meados dos anos de 1970, o Seminário da Ordem Nossa Senhora
de Sion.
O espaço faz parte da beleza arquitetônica e histórica do bairro que é conhecido pela
grande quantidade de igrejas e suas riquezas artísticas.
Fonte:Subprefeitura Ipiranga
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