terça-feira, 18 de outubro de 2016

Dicas de Viagens em crônicas de quatro continentes



Dicas de Viagens em crônicas de quatro continentes
Autor: João Aparecido da Luz

Este livro é um relato de experiências realizadas, sentidas e vividas pelo autor em países e cidades nos quatro continentes, objetivando passar um breve relato do cotidiano dos habitantes dos lugares.
JAL Monumento do Ipiranga meio corpo
A sintaxe simples e descomplicada utilizada nos textos permite que leitores, de qualquer idade, incluindo estudantes de nona série e Ensino Médio, possam ter a informação fiel das descobertas do cotidiano de pessoas, cidades e países, seus costumes e tradições, um pouco da história, geografia e divisão administrativa de cada região. Com textos claros, concisos e atraentes, as crônicas têm um desenvolvimento literário que satisfaz de forma prazerosa o mais exigente leitor. São pormenores que devem nortear não somente as aspirações de viajantes experimentados, mas também aquelas pessoas que planejam, muitas vezes há anos, um experimento extraterritorial junto a povos de diferentes etnias.
Além da leitura sadia, o leitor, sem que se dê conta, participa dos fatos descritos tendo a sensação de vivenciar os locais inteirando-se dos acontecimentos, como se lá estivesse. Isto aguça o interesse em levar a efeito uma viagem por esses lugares, e pode contribuir para construção de um projeto para realização de seus sonhos culturais, muitas vezes relegados a um segundo plano pela opção de ter um carro, barco, reserva de dinheiro investido, com muito apego aos bens materiais.
Tendo estado em quarenta países nos quatro continentes, e viajando sempre às suas expensas, o autor transfere para o papel, de maneira prática, objetiva, real e fiel, tudo o que suas lentes fotografaram e ficou gravado em sua memória. Por não estar sujeito a compromissos assumidos com patrocinadores, é livre para descrever o que vê e sente. Através de sua observação crítica descobre em Nova Iorque, por exemplo, a escultura de um leão talhado no Brasil em uma só peça de madeira pesando 8000 libras.
Viagem é um investimento que nós teremos sempre conosco. Nada poderá nos tirar aquilo que vivemos e sentimos através dela. As recordações nos acompanharão para sempre.
IMG_0834Quem é o autor João Aparecido da Luz é natural de Ribeirão Bonito, Estado de São Paulo. Estudou Ciências Jurídicas e Sociais e formou-se em direito pela Faculdade de Direito de Guarulhos, tendo atuado como advogado em São Paulo, capital, ocasião em que fez também diversos cursos extracurriculares e de pós-graduação em Direito Civil, Penal e Trabalhista.
Após este período, migrou para o segmento de Equipamentos de Segurança, atuando principalmente na área comercial de EPI (Equipamento de Proteção Individual). Graduou-se em Técnico de Segurança ministrado sob a orientação técnica do CBAI (Comitê Brasileiro-Americano para Indústria), curso baseado no modelo aplicado aos especialistas de segurança dos Estados Unidos. Ministrou cursos de EPI no IBS e em diferentes empresas que atuam no Brasil nos mais diversos segmentos de mercado. Trabalhou nas empresas James North, MSA do Brasil, Equipamentos Balaska e Marluvas, entre outras. Fez cursos de extensão universitária em Vendas, Marketing, Estratégia de Negócios e outros na área Comercial.
Por força desta nova atividade, viajando por todos os estados brasileiros, o autor redescobre a vocação de conhecer as pessoas, a história, a geografia e a cultura de cada região, trazida da adolescência. Neste momento, inicia a trajetória de visitas ao exterior, sempre acompanhado de sua esposa, incansável incentivadora desse seu talento. A determinação de alçar voo por quatro continentes, rendeu-lhe, até o momento, viagens a quarenta nações como Egito, Israel, Turquia, Rússia, Estados Unidos, Itália, França, Canadá, Portugal entre outras, muitas delas revisitadas várias vezes.
Tem participado, além da Bienal do Livro de São Paulo, onde lançou seu último livro, da Feira do Livro de Lisboa e outras menores pelo interior de Portugal. Realizou seis edições da Feira do Livro do Ipiranga na cidade de São Paulo, evento que, pelo escopo cultural, foi oficializado e consta no calendário de eventos da Prefeitura Municipal de São Paulo, lei 14485 de 2012. É detentor do prêmio “Morador mais viajado do Ipiranga”, São Paulo, concurso ÍCONES DO IPIRANGA, promovido pela Gafisa S/A e jornal Diário de São Paulo. É Membro da UBE – União Brasileira de Escritores.
Escreve crônicas sobre os locais onde esteve que são publicadas em sites e jornais semanais de São Paulo e Montreal, Canadá. Algumas delas e outras, originais, estão no livro “Dicas de Viagem”. São relatos breves de experiências de vida de um cidadão dedicado ao trabalho, à família e ao aperfeiçoamento espiritual. Por devoção, canta e toca salmos em diversas igrejas.
É autor do livro “Diário de Viagem – Uma visão sobre o dia-a-dia das pessoas e dos lugares” Editora Scortecci.
“Dicas de Viagens em crônicas de quatro continentes” JAL Edições.
Contato com o autor: E-mail: joao.daluz@terra.com.br

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Lançamento da Pré-Candidatura de Luiza Erundina à Prefeitura de SP

Lançamento da Pré-Candidatura de Luiza Erundina à Prefeitura de SP 

O Partido Socialismo e Liberdade com apoio da RAiZ - Movimento Cidadanista e a PartidA organizarão no próximo sábado (11/6) o lançamento da pré-candidatura da deputada federal, Luiza Erundina, à prefeitura de São Paulo e do também deputado federal, Ivan Valente, à vice-prefeito.O evento ocorrerá na Quadra dos Bancários - Rua Tabatinguera, 192, as 14 horas.

No lançamento será apresentado ao público uma versão inicial com as diretrizes do programa de governo elaboradas nos últimos meses com muita participação. Essa é uma primeira versão do documento que será construído por centenas de mãos nos próximos meses.

A plataforma digital colaborativa que embasa a construção do programa será lançada e entre os destaques contamos com funcionalidades que garantem uma grande interatividade e participação aberta.
Também estarão presentes lideranças dos movimentos de mulheres, negros e negras, LGBT, juventude, sindical e intelectuais dispostos a construir uma outra cidade.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Angela Maria faz show gratuito no Parque Bristol





Angela Maria faz na quinta-feira (12), às 19h, show gratuito no CEU Parque Bristol. A cantora divulga o álbum "Ângela à Vontade em Voz e Violão", sendo acompanhada pelo violonista Ronaldo Rayol. O repertório inclui músicas que nunca foram gravadas por ela como "Nunca" (Lupicínio Rodrigues), "Retalhos de Cetim" (Benito di Paula) e "Só Louco" (Dorival Caymmi). A artista ainda apresentará canções de Caetano Veloso e Roberto Carlos. O CEU Parque Bristol fica na Rua Professor Artur Primavesi, s/n. Mais informações: 2334-1405.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Programação da Virada Cultural na Cidade de São Paulo

Programação da Virada Cultural na Cidade de São Paulo
Dias 20, 21 e 22 de maio

IPIRANGA participando através da  Rua Aberta, Rua Aída no domingo de 22/de maio com 3 apresentações artísticas 

10 hs Grupo Irmãos Becker
12 hs Andrel Furlan
15 Potencial  3(Rap)

Programação completa da Virada Cultural:

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Peça na favela de Heliópolis exibe o empoderamento feminino no dia a dia

Coléricas. Irascíveis. Sangue nos zoio. Essa é a pegada das três mulheres que atuam na peça No beco da Preta. Não em um teatro convencional, mas dentro da favela de Heliópolis, na zona sul, de São Paulo. Não na rua, pois o barulho do local não permitiria, mas num endereço conhecido pela coragem e por inovar ao fazer a arte com a força bruta, o Cine Favela de Heliópolis

Na pequena sala de projeção, onde também são ministradas aulas de informática, capoeira, karatê, entre outras funções, as três mulheres brilham no cenário simples e sombrio. Infelizmente, sem apoio da Lei Rouanet ou de qualquer incentivo financeiro, No beco da Preta entrará em cartaz, no próximo sábado (16/04), às 20h.

Composta exclusivamente por mulheres e seus dramas pessoais, a peça conta a história de Maria que foi estuprada, espancada, esculachada pela sociedade, acreditou no amor e sofreu as duras consequências na própria pele. Da doutora Ana que se formou com ajuda do Prouni, trabalha no Hospital Heliópolis, é virgem e, ainda, sonha com um príncipe encantado, mas, em contrapartida, no meio da noite vai para o paredão quebrar geral no funk, sempre com a imagem de Santo Antônio guardada no meio dos seios. E de Isleide que enquanto varre o beco relembra o passado, a revolta da população, o assassinato da líder comunitária Preta, o descaso dos políticos, a falta de educação dos moleques da comunidade, e ainda acha espaço para rir e lamentar pelo marido broxa. 

Na peça é tudo junto e misturado. Comédia, drama, revolta, zoeira, dor, alegria. Tudo embalado pelo empoderamento, pelo feminismo, pela ironia política, pela crítica social, elementos que a arte é capaz de transformar. São 40 minutos tensos e divertidos. Uma batida que não é perfeita, com inúmeros pontos de reflexão. Tudo que o teatro pode trazer e fazer pra mudar uma realidade local ou pelo menos apontar um rumo. Afinal, a vida pode imitar a arte.

PRODUÇÃO

A peça foi idealizada pelo jornalista, escritor e parceiro do Cine Favela, há doze anos, Willian Novaes: "Nessa última década que passei vindo aqui em Heliópolis, dirigindo e escrevendo roteiros, ouvi histórias e mais histórias de todo o tipo e percebi que as mulheres sempre estavam na linha de frente e poucas vezes nos papéis principais. Inclusive em nossas produções. Isso precisava mudar. O começo foi o curta-metragem A encruzilhada. E agora No beco da Preta que é uma produção altamente sensível, ao assistir chega a doer, pois mostra o poder do empoderamento feminino, mesmo num lugar extremamente machista, como a favela".

Willian convidou a também jornalista, dramaturga e atriz Maria Teresa Cruz, com seu teatro brutal, para dirigir e fazer a coisa acontecer. Também se uniu ao projeto o professor de teatro Di Camargo. Eles fizeram um laboratório de oito meses com as atrizes. Direcionaram as falas, que foram criadas pelas próprias meninas. Com talento e muito suor a dupla colocou em cartaz uma das peças mais violentas, no sentido figurado, da cena teatral atual. "É preciso mostrar o feminismo, o empoderamento, talvez Simone de Beauvoir chorasse com essa peça", conta Maria Teresa. Para Di fazer teatro não é coisa pra qualquer um: "Essa com certeza não é mais uma daquelas peças feitas na favela, de qualquer jeito. Tivemos um grande processo. Talentos foram aflorados, tudo para o bem do teatro". 
Quem são as protagonistas:
Isleide Marinho era virgem no palco, aos 33 anos, a ex-segurança bancária, por curiosidade aceitou um convite para participar do curta-metragem A encruzilhada, no ano passado, produzido pelo Cine Favela. Antes tinha feito algumas figurações em programas populares. Nasceu no Rio de Janeiro e frequenta Heliópolis há 5 anos.

Rejane Alves é de Óroco, no sertão pernambucano. É atrizz por paixão. Já atuou em diversas peças, participa de Saraus e é voluntária em um projeto social que ajuda pessoas carentes e mulheres vítimas de violência doméstica. Como a sua Maria já sofreu na pele o peso da mão alheia e crava: “no primeiro tapa  sai fora. Da li não vem mais amor”.
Rita Andrade, 30 anos, nasceu na pequena cidade de Santa Luz, na Bahia, mora em Heliópolis desde 2003, é atriz e já atuou em diversas montagens e em trabalhos realizados no Cine Favela. 
Quem são os diretores:
Di Camargo, é ator e professor de teatro desde 2006. Colabora com o Cine Favela desde 2006.  Tem uma rotina frenética, mas por amor à arte consegue conciliar seu trabalho, em um dos maiores bancos do país, com sua paixão pelo teatro e se dedica a ensinar e aprender teatro numa das maiores favelas do país e em outros cantos esquecidos pelo poder público. Já atuou em oito peças de teatro, 10 curta metragens, participou de leitura dramática, realizou locuções e foi jurado do Festival de curta metragens do Cine Favela em três oportunidades. 
Maria Teresa Cruz é jornalista, atriz e dramaturga. Em comunidade, carrega grande experiência com o trabalho João e Tereza, realizado na favela do Sapo, em Piracicaba, no interior de São Paulo, pelo qual ganhou o prêmio Carlos Drummond de Andrade de iniciativas culturais em 2002. Escreveu em 2013 a peçaA ordem partiu de quem? sobre a violência policial ocorrida nas manifestações do mesmo ano. Atuou em algumas peças, entre elas: As cartas portuguesas, direção de Jamil Dias, em 2010, e Tempo/Passagens, direção colaborativa com o parceiro Jeferson Kucioyada, em 2015. Com talento quase sem educação, Maria Teresa tem o poder de ser notada aonde chega. Também conta com um canal no YouTube, Cenas da Cidade, além de apoiar o movimento feminino na cidade de São Paulo.
Willian Novaes é jornalista, escritor, diretor e roteirista de cinema. É parceiro do Cine Favela desde 2004. Cresceu na quebrada do Jaraguá, em São Paulo. Gosta de provocar e levantar polêmicas. Em 2014, escreveu o livro Mascarados, sobre os Black Blocs. Entre outros trabalhos para o Cine Favela está o roteiro do longa-metragem Excluídos da Sociedade e o curta-metragem A encruzilhada
CINE FAVELA é uma entidade sócio cultural criada, na favela de Heliópolis, na cidade de São Paulo. Há quase 14 anos produzindo cultura na periferia, sem custos para os alunos. Com esforços montou a sala de cinema, com projeção digital. No local sempre acontece sessões de cinema, com pipoca e refrigerante. Na direção da entidade, está o comerciante Reginaldo di Tulio que carrega e muitas vezes paga do seu próprio bolso as produções do local. O Cine Favela é um marco para a cidade e um dos poucos pontos de cultura do local, onde vivem mais de 130 mil pessoas.

Serviço:
Estreia dia 16/04/2016  / Horário: 20hs
Local: Cine Favela de Favela
Onde: Rua do Pacificador, 288 – antiga Rua da Alegria. Descer no último ponto da Avenida Almirante Delamare.
De Metrô: descer na estação Sacomã. Cinco minutinhos de táxi ou pegar o ônibus no Terminal Sacomã. Linha : 5031-10 – Vila Arapua.

Peça Única, da House of Hands Up (MS), chega ao Sesc 24 de Maio pela programação do Palco Giratório

      Com nove artistas em cena, espetáculo combina criação coletiva e improvisação em performance marcada pela experimentação e pela afirma...