segunda-feira, 6 de junho de 2016

Angela Maria faz show gratuito no Parque Bristol





Angela Maria faz na quinta-feira (12), às 19h, show gratuito no CEU Parque Bristol. A cantora divulga o álbum "Ângela à Vontade em Voz e Violão", sendo acompanhada pelo violonista Ronaldo Rayol. O repertório inclui músicas que nunca foram gravadas por ela como "Nunca" (Lupicínio Rodrigues), "Retalhos de Cetim" (Benito di Paula) e "Só Louco" (Dorival Caymmi). A artista ainda apresentará canções de Caetano Veloso e Roberto Carlos. O CEU Parque Bristol fica na Rua Professor Artur Primavesi, s/n. Mais informações: 2334-1405.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Programação da Virada Cultural na Cidade de São Paulo

Programação da Virada Cultural na Cidade de São Paulo
Dias 20, 21 e 22 de maio

IPIRANGA participando através da  Rua Aberta, Rua Aída no domingo de 22/de maio com 3 apresentações artísticas 

10 hs Grupo Irmãos Becker
12 hs Andrel Furlan
15 Potencial  3(Rap)

Programação completa da Virada Cultural:

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Peça na favela de Heliópolis exibe o empoderamento feminino no dia a dia

Coléricas. Irascíveis. Sangue nos zoio. Essa é a pegada das três mulheres que atuam na peça No beco da Preta. Não em um teatro convencional, mas dentro da favela de Heliópolis, na zona sul, de São Paulo. Não na rua, pois o barulho do local não permitiria, mas num endereço conhecido pela coragem e por inovar ao fazer a arte com a força bruta, o Cine Favela de Heliópolis

Na pequena sala de projeção, onde também são ministradas aulas de informática, capoeira, karatê, entre outras funções, as três mulheres brilham no cenário simples e sombrio. Infelizmente, sem apoio da Lei Rouanet ou de qualquer incentivo financeiro, No beco da Preta entrará em cartaz, no próximo sábado (16/04), às 20h.

Composta exclusivamente por mulheres e seus dramas pessoais, a peça conta a história de Maria que foi estuprada, espancada, esculachada pela sociedade, acreditou no amor e sofreu as duras consequências na própria pele. Da doutora Ana que se formou com ajuda do Prouni, trabalha no Hospital Heliópolis, é virgem e, ainda, sonha com um príncipe encantado, mas, em contrapartida, no meio da noite vai para o paredão quebrar geral no funk, sempre com a imagem de Santo Antônio guardada no meio dos seios. E de Isleide que enquanto varre o beco relembra o passado, a revolta da população, o assassinato da líder comunitária Preta, o descaso dos políticos, a falta de educação dos moleques da comunidade, e ainda acha espaço para rir e lamentar pelo marido broxa. 

Na peça é tudo junto e misturado. Comédia, drama, revolta, zoeira, dor, alegria. Tudo embalado pelo empoderamento, pelo feminismo, pela ironia política, pela crítica social, elementos que a arte é capaz de transformar. São 40 minutos tensos e divertidos. Uma batida que não é perfeita, com inúmeros pontos de reflexão. Tudo que o teatro pode trazer e fazer pra mudar uma realidade local ou pelo menos apontar um rumo. Afinal, a vida pode imitar a arte.

PRODUÇÃO

A peça foi idealizada pelo jornalista, escritor e parceiro do Cine Favela, há doze anos, Willian Novaes: "Nessa última década que passei vindo aqui em Heliópolis, dirigindo e escrevendo roteiros, ouvi histórias e mais histórias de todo o tipo e percebi que as mulheres sempre estavam na linha de frente e poucas vezes nos papéis principais. Inclusive em nossas produções. Isso precisava mudar. O começo foi o curta-metragem A encruzilhada. E agora No beco da Preta que é uma produção altamente sensível, ao assistir chega a doer, pois mostra o poder do empoderamento feminino, mesmo num lugar extremamente machista, como a favela".

Willian convidou a também jornalista, dramaturga e atriz Maria Teresa Cruz, com seu teatro brutal, para dirigir e fazer a coisa acontecer. Também se uniu ao projeto o professor de teatro Di Camargo. Eles fizeram um laboratório de oito meses com as atrizes. Direcionaram as falas, que foram criadas pelas próprias meninas. Com talento e muito suor a dupla colocou em cartaz uma das peças mais violentas, no sentido figurado, da cena teatral atual. "É preciso mostrar o feminismo, o empoderamento, talvez Simone de Beauvoir chorasse com essa peça", conta Maria Teresa. Para Di fazer teatro não é coisa pra qualquer um: "Essa com certeza não é mais uma daquelas peças feitas na favela, de qualquer jeito. Tivemos um grande processo. Talentos foram aflorados, tudo para o bem do teatro". 
Quem são as protagonistas:
Isleide Marinho era virgem no palco, aos 33 anos, a ex-segurança bancária, por curiosidade aceitou um convite para participar do curta-metragem A encruzilhada, no ano passado, produzido pelo Cine Favela. Antes tinha feito algumas figurações em programas populares. Nasceu no Rio de Janeiro e frequenta Heliópolis há 5 anos.

Rejane Alves é de Óroco, no sertão pernambucano. É atrizz por paixão. Já atuou em diversas peças, participa de Saraus e é voluntária em um projeto social que ajuda pessoas carentes e mulheres vítimas de violência doméstica. Como a sua Maria já sofreu na pele o peso da mão alheia e crava: “no primeiro tapa  sai fora. Da li não vem mais amor”.
Rita Andrade, 30 anos, nasceu na pequena cidade de Santa Luz, na Bahia, mora em Heliópolis desde 2003, é atriz e já atuou em diversas montagens e em trabalhos realizados no Cine Favela. 
Quem são os diretores:
Di Camargo, é ator e professor de teatro desde 2006. Colabora com o Cine Favela desde 2006.  Tem uma rotina frenética, mas por amor à arte consegue conciliar seu trabalho, em um dos maiores bancos do país, com sua paixão pelo teatro e se dedica a ensinar e aprender teatro numa das maiores favelas do país e em outros cantos esquecidos pelo poder público. Já atuou em oito peças de teatro, 10 curta metragens, participou de leitura dramática, realizou locuções e foi jurado do Festival de curta metragens do Cine Favela em três oportunidades. 
Maria Teresa Cruz é jornalista, atriz e dramaturga. Em comunidade, carrega grande experiência com o trabalho João e Tereza, realizado na favela do Sapo, em Piracicaba, no interior de São Paulo, pelo qual ganhou o prêmio Carlos Drummond de Andrade de iniciativas culturais em 2002. Escreveu em 2013 a peçaA ordem partiu de quem? sobre a violência policial ocorrida nas manifestações do mesmo ano. Atuou em algumas peças, entre elas: As cartas portuguesas, direção de Jamil Dias, em 2010, e Tempo/Passagens, direção colaborativa com o parceiro Jeferson Kucioyada, em 2015. Com talento quase sem educação, Maria Teresa tem o poder de ser notada aonde chega. Também conta com um canal no YouTube, Cenas da Cidade, além de apoiar o movimento feminino na cidade de São Paulo.
Willian Novaes é jornalista, escritor, diretor e roteirista de cinema. É parceiro do Cine Favela desde 2004. Cresceu na quebrada do Jaraguá, em São Paulo. Gosta de provocar e levantar polêmicas. Em 2014, escreveu o livro Mascarados, sobre os Black Blocs. Entre outros trabalhos para o Cine Favela está o roteiro do longa-metragem Excluídos da Sociedade e o curta-metragem A encruzilhada
CINE FAVELA é uma entidade sócio cultural criada, na favela de Heliópolis, na cidade de São Paulo. Há quase 14 anos produzindo cultura na periferia, sem custos para os alunos. Com esforços montou a sala de cinema, com projeção digital. No local sempre acontece sessões de cinema, com pipoca e refrigerante. Na direção da entidade, está o comerciante Reginaldo di Tulio que carrega e muitas vezes paga do seu próprio bolso as produções do local. O Cine Favela é um marco para a cidade e um dos poucos pontos de cultura do local, onde vivem mais de 130 mil pessoas.

Serviço:
Estreia dia 16/04/2016  / Horário: 20hs
Local: Cine Favela de Favela
Onde: Rua do Pacificador, 288 – antiga Rua da Alegria. Descer no último ponto da Avenida Almirante Delamare.
De Metrô: descer na estação Sacomã. Cinco minutinhos de táxi ou pegar o ônibus no Terminal Sacomã. Linha : 5031-10 – Vila Arapua.

quinta-feira, 24 de março de 2016

1ª. Reunião de 2016 do Fórum da Criança e Adolescente do Ipiranga




Dia 29 de Março de 2016 - Terça - Feira, às 9h, acontece a 1ª. Reunião de 2016 do Fórum da Criança e Adolescente do Ipiranga e região no Subprefeitura do Ipiranga, rua Lino Coutinho, 444. Para este encontro foi convidados representantes do poder público local, tais como:

- A Sub. Prefeita do Ipiranga
- O Diretor da CRAS – Centro de Referência da Assistência Social
- A Coordenadora da Saúde da Região Sudeste
- O Diretor da DREM1-Ipiranga
- A Vara da Infância e Juventude do Ipiranga
- O Conselho Tutelar do Ipiranga e o novo conselho do Sacomã.
- Diretoria Sul das Escolas Estaduais
- Conselho participativo do Ipiranga.

Além de representantes da direção das escolas municipais e estaduais da região, Ongs, lideranças comunitárias, pais e professores.

Nosso objetivo e analisar o momento atual que o Brasil está passando e os cenários na nossa cidade em especial para nossas crianças e adolescentes, dentro deste contexto:

- Debater a proposta de construir ou retomar um diagnóstico participativo da situação da criança e adolescente em nossa região
-  Mapear em nossos territórios o SGD – Sistema de Garantia de Direitos
-  A saúde poderia apresentar um quadro atual da epidemia do aedes em nossa região e na cidade de São Paulo
-  Oportunidades de Projetos e Eixos para subsidiar o edital de 2016 do FUMCAD e projetos do Fumcad a serem implementado dos editais 2013 e 2014 em processo de conveniamento.
- Informes e Encaminhamentos (como datas   dos futuros encontros, estrutura e comissão organizadora, entre outros pontos).

Fraternalmente

Secretaria de Mobilização e Articulação do FRI
Fones : (11) 22720140, 22720148 , 22729968
Celular (11) 9.431.25.366

Contribuía com o Lanche Comunitário
Solicitamos que as organizações que puderam trazer lanche comunitário (Bolo, Refrigerantes, sucos etc.)  O café e água está sendo feito pela secretaria de mobilização.
Divulgue o encontro em sua rede de contatos

terça-feira, 22 de março de 2016

TARDE CIENTÍFICA: Dinossauro e Outros Monstros na Pré-História do Brasi



O Parque CienTec fica na Avenida Miguel Stéfano, 4.200,  Água Funda-SP.
CEP 04301-904.
O estacionamento situa-se em frente ao Zoológico.
O acesso pode ser feito pela entrada ao lado do estacionamento ou pela portaria principal.

Para quem vai de transporte público:
A 15 minutos da estação São Judas do Metrô, ônibus 4742-10, Jardim Clímax

ou, da estação Santos-Imigrantes, ônibus Jardim Zoológico

segunda-feira, 14 de março de 2016

Ipiranga abre inscrições para eleição do Conselho Gestor da Supervisão Técnica de Saúde


Eleição escolherá conselheiros para o biênio 2016-2018
Por Rosângela Rosendo
Nesta quinta (17), sexta (18) e próxima segunda-feira (21) estarão abertas as inscrições para eleição do Conselho Gestor da Supervisão Técnica de Saúde Ipiranga. As inscrições podem ser feitas na sede da STS Ipiranga, na rua Antonio Marcondes, 159. Serão escolhidos representantes para o segmento usuários e trabalhadores. Entre várias missões, os conselheiros gestores de saúde devem acompanhar, avaliar e fiscalizar os serviços de saúde à população.
Podem se inscrever conselheiros das unidades de saúde do território, membros de movimentos sociais da área de Defesa de Direitos, de conselhos e movimentos populares de saúde, de movimentos de portadores de necessidades especiais e organizações religiosas.
No ato da inscrição o candidato deve entregar carta de apresentação da entidade que representa, além de documento de identidade com foto, cartão de família ou Cartão Nacional do SUS e comprovante de residência.
A eleição será no dia 13 de abril, das 8h às 17h, nas unidades de saúde do território Ipiranga (UBS/AMA/AME/CEO/CAPS/SAE/Rede Hora Certa/CER IV/ PS), e deve escolher os representantes dos segmentos usuários e trabalhadores de saúde que formarão o conselho.
O Conselho Gestor da STS Ipiranga será composto por 24 membros titulares e 24 membros suplentes. Serão 12 representantes titulares do segmento Usuários e 12 suplentes; seis representantes titulares do segmento Trabalhadores e seis suplentes; e seis membros titulares do Segmento Gestor e seis suplentes.
Os conselheiros gestores de saúde têm a missão de acompanhar, avaliar e fiscalizar os serviços de saúde à população; participar da elaboração e aprovação do plano de metas da STS, da elaboração e do controle da execução orçamentária, propor medidas para aperfeiçoar o planejamento, a organização, a avalição e controle das ações e dos serviços de saúde. Tem igualmente que solicitar e ter acesso às informações de caráter técnico/administrativo, econômico/financeiro e operacional; examinar propostas, denúncias e queixas encaminhadas por qualquer pessoa ou entidade, e responder sobre a resolução das mesmas em conjunto com a ouvidoria.

Peça Única, da House of Hands Up (MS), chega ao Sesc 24 de Maio pela programação do Palco Giratório

      Com nove artistas em cena, espetáculo combina criação coletiva e improvisação em performance marcada pela experimentação e pela afirma...