Operação Cata-Bagulho acontece no próximo dia 23 de maio.13/05/2009 - Ipiranga
A Subprefeitura Ipiranga realiza a sétima operação Cata-Bagulho no próximo sábado (23), a partir das 08h, no bairro Moinho Velho. Este serviço tem objetivo de recolher materiais sem uso, como: pneus, restos de madeira e móveis velhos; evitando assim, riscos de enchentes e a proliferação de ratos e do mosquito da dengue. Lembramos que o Cata-Bagulho não coleta lixo domiciliar, entulho de construção e nem produtos tóxicos.
Para que os objetos sejam recolhidos, os moradores do bairro contemplado devem colocar os materiais em desuso, em frente de suas casas, até o horário estipulado para o inicio da coleta.
Esta operação percorrerá 12 corredores principais da região, tais como: Rua Cel. Francisco Inácio, Rua Elba, Rua Natoli Franci, Rua Reno, Rua Sava, Rua Abaúna, Rual Belgrado, Rua Regino Aragão, Rua Volga, além das avenidas Anchieta e Tancredo Neves.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Jogos da Cidade no Ipiranga
O jogo de abertura da Fase Regional iniciaram neste sábado, 16, no campo de futebol do CEU Meninos. A partida Náutico contra União Paulistano marcou o início do campeonato.
Os Jogos da Cidade, que estão na sétima edição, são a maior competição esportiva amadora do País. No mês de setembro, começa a etapa municipal, com os campeões das 31 regiões da cidade se enfrentando.
Além do futebol de campo, estão programados jogos de basquete, handebol e futsal (masculino e feminino). Os paulistanos também poderão acompanhar festivais de bocha, capoeira, vôlei de areia, xadrez e gatebol.
Neste ano, a novidade é que as partidas de basquete, vôlei e handebol serão disputadas no CEU Bristol.
Para mais informações sobre a Sétima Edição dos Jogos da Cidade visite www.jogosdacidade.prefeitura.sp.gov.br
Os Jogos da Cidade é um evento que reúne as 31 subprefeituras da cidade de São Paulo. Trata-se de um evento esportivo que demonstra a capacidade de trabalho em equipe, o espírito de união por um ideal, a determinação das comunidades locais em busca de vitória, fatores indispensáveis, especialmente na prática esportiva.
O jogo de abertura da Fase Regional iniciaram neste sábado, 16, no campo de futebol do CEU Meninos. A partida Náutico contra União Paulistano marcou o início do campeonato.
Os Jogos da Cidade, que estão na sétima edição, são a maior competição esportiva amadora do País. No mês de setembro, começa a etapa municipal, com os campeões das 31 regiões da cidade se enfrentando.
Além do futebol de campo, estão programados jogos de basquete, handebol e futsal (masculino e feminino). Os paulistanos também poderão acompanhar festivais de bocha, capoeira, vôlei de areia, xadrez e gatebol.
Neste ano, a novidade é que as partidas de basquete, vôlei e handebol serão disputadas no CEU Bristol.
Para mais informações sobre a Sétima Edição dos Jogos da Cidade visite www.jogosdacidade.prefeitura.sp.gov.br
Os Jogos da Cidade é um evento que reúne as 31 subprefeituras da cidade de São Paulo. Trata-se de um evento esportivo que demonstra a capacidade de trabalho em equipe, o espírito de união por um ideal, a determinação das comunidades locais em busca de vitória, fatores indispensáveis, especialmente na prática esportiva.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Projeto Arte e Cidadania no Heliópolis
“O Dia Em que Túlio Descobriu a África” tem estréia prevista para agosto deste ano
Contribuir com a formação de jovens artistas-cidadãos que vivem em área de risco e de vulnerabilidade social é a premissa do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis”. O objetivo é consolidar, manter e ampliar um núcleo de pesquisa teatral com jovens da comunidade de Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, por meio de encontros diários, durante seis meses. E será finalizada com a criação de um espetáculo.
Coordenado por Egla Monteiro e Miguel Rocha, o projeto conta com o patrocínio da Petrobras e apoio cultural do SESC São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura/ Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
A base do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis” consiste no estudo, no treinamento, na formação de atores a partir das mais diversas expressões artísticas e na reflexão constante acerca do sentido do teatro para a sociedade. Com isso, visa possibilitar o convívio e o crescimento mútuo, com bases em princípios de cidadania e postura dialógica.
O resultado deste trabalho será a criação de um espetáculo inspirado no texto “O Dia em Que Túlio Descobriu a África”, de Ralf Rickli, que terá seu elenco formado basicamente por jovens moradores da comunidade de Heliópolis.
“A Companhia Heliópolis propôs o projeto para a comunidade, com o objetivo de unir mais pessoas que tem como objetivo o teatro. Foram chamados aqueles que quisessem participar, independente de integrar a companhia ou não, desde que tivessem o interesse em se relacionar e se desenvolver neste caminho da arte”, resume Miguel Rocha.
Uma vez selecionados, Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr e Roberto Bastos – se juntaram aos dois atores convidados, Maria Mello e Silvio Paulino dos Santos, para receberem as primeiras aulas. A equipe de professores reuniu Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam de Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal).
Nesta fase de Formação o projeto contou, ainda, com as participações da filósofa Iná Camargo Costa, que ministrou a palestra “Para que teatro?” e do professor de História Francisco Alambert, que realizou aula inaugural sobre o tema “Formação do povo brasileiro”.
Etapas – Dividido em três fases, o projeto encontra-se em seu módulo inicial, focando a formação dos jovens, tanto como artistas quanto cidadãos. Em encontros diários no SESC Ipiranga, recebem aulas de ‘fundamentos do corpo’, enfatizando a voz, o canto, a dança, o treinamento, a interpretação e a relação com os outros atores, aprimorando, assim, a maneira de pensar e criar o trabalho. Os encontros também abordam outros temas, como a função social do teatro, a formação do povo brasileiro, ética e cidadania
Ainda em maio – e depois nos meses de junho e julho –, o projeto passa a ser direcionado para a criação do espetáculo “O Dia Em Que Túlio Descobriu a África”, que envolverá dança, música, vídeo e artes plásticas. A história narra a saga de um jovem brasileiro que visita as civilizações de seus antepassados.
A intenção de direcionar a montagem à questão racial, com ênfase na questão dos negros no Brasil, leva em conta a realidade vivida na comunidade, diariamente, pelos jovens envolvidos no projeto. Elaborar artisticamente estas questões pode ser um caminho de debate, reflexão e encontro de novas perspectivas para mudar esta realidade. “Nosso teatro sonha com nada menos do que transformar o mundo. Esse é nosso comprometimento como cidadãos habitantes de um mundo onde quase tudo precisar ser reinventado, reconstruído: a vida, o teatro, as relações. O que estará no palco se relaciona diretamente com as vidas envolvidas neste projeto e com o que as afeta. Relaciona-se diretamente com as biografias desses meninos e meninas e com as reflexões e experiências que tivemos durante todo o processo vivido no projeto. É o teatro que queremos e escolhemos fazer, e que leva em conta o que somos, como somos e por que somos o que somos”, explica Egla Monteiro, coordenadora artística do projeto.
“Arte e Cidadania em Heliópolis” cumpre sua última etapa no mês de agosto, quando o espetáculo será apresentado em São Paulo, em teatro a definir. A temporada vai garantir acesso para as comunidades carentes e preços populares para o público em geral.
PERFIS
Miguel Rocha – Ator, diretor e um dos criadores da “Companhia de Teatro Heliópolis”. Estudou teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, na Escola de Dança Sandra Amaral e na escola Recriarte. Fez parte do grupo de teatro MCTA, de São Caetano do Sul, onde trabalhou como ator e assistente de direção. Foi o criador da Cia. de Teatro Heliópolis, que estreou com o espetáculo “Queda Para o Alto”, sob sua direção, com grande repercussão de público.
Em 2002/2003 participou do “Projeto Solos do Brasil”, criado, produzido e administrado por Egla Monteiro, sob coordenação artística de Denise Stoklos, onde teve aulas de dança com Hugo Rodas, de direção com Antônio Abujamra, de mímica com Luís Louis, de texto corporal com Eduardo Coutinho, de filosofia e estética com Luiz Fuganti, de canto com Caio Ferraz, teatro dinâmico e máscara neutra com Ricardo Napoleão. Deste projeto resultou o espetáculo-solo “Eu quero ver o sol nascer, mas não do jeito que vejo”, escrito e dirigido pelo próprio ator. Integrou o projeto do SESC Ipiranga “Corpo e imagem”, sob coordenação da coreógrafa Ivani Santana, e dirigiu o espetáculo infantil “Coração de Vidro”. Em 2004 participou do curso de produção ministrado por Carla Pollastrelli, organizado pela Fondazione Pontedera Teatro.
Egla Monteiro – Atriz, Diretora, Pesquisadora de solo de teatro, criadora de projetos artístico-culturais, pensadora de cultura. Uma das fundadoras da “Companhia de Solistas”, já premiada em “Sob Neblina”, espetáculo para o qual fez assistência de direção e criação de luz, contemplada pelo PAC de Dança em 2006, da Secretaria Estadual da Cultura. Trabalhou por 13 anos no SESC-SP. Foi coordenadora de programação do SESC Pompéia e do SESC Ipiranga.
Dos inúmeros projetos dos quais participou no SESC, destacam-se: “Balaio Brasil”, Série Solos de Teatro”; “Sexo, Drogas e Rock'n'roll, Elis, Essa Mulher”; “Videobrasil”, Festival Internacional de Artes Cênicas, Festival Internacional de Teatro de Animação, Festival Internacional de Teatro de Rua, Temporada SESC Outono 97 e SESC 50 Anos.
Entre os principais projetos que criou, elaborou, captou e implementou destacam-se: “Solos do Brasil”, “Turnê Água Riqueza do Brasil”, “Circulação Calendário da Pedra”, “Louise Borgeois: Faço, Desfaço, Refaço”, “Festival Denise Stoklos”, “Olhos Recém-Nascidos” e “Denise Stoklos Performance”.
A convite de Tiche Vianna e junto com ela, coordenou projeto de pesquisa com atores do TUSP/USP no segundo semestre de 2007.
Mantém parceria e interlocução artística permanente com a Companhia De Teatro Heliópolis, desde “Herzer - A Queda Para o Alto”, de 2000, além de assinar a coordenação artística do espetáculo “Meninos Do Brasil” e “Arte e cidadania em Heliópolis”.
O DIA QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA
Companhia de Teatro Heliópolis
Ficha técnica:
Coordenação e direção: Egla Monteiro e Miguel Rocha;
Texto: Ralf Rickli;
Elenco: Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr, Roberto Bastos, Maria Mello e Silvio Paulino Dos Santos;
Professores: Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam De Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal);
Criação de coreografia: Kiusam de Oliveira
Criação de trilha sonora: Sapopemba
Criação de vídeo: Rodrigo Gontijo
Criação de figurino: Rodrigo Nogueira
Patrocínio: Petrobras
Apoio Cultural: Sesc São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura/Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
Realização: Companhia de Teatro Heliópolis e Companhia de Solistas
Contribuir com a formação de jovens artistas-cidadãos que vivem em área de risco e de vulnerabilidade social é a premissa do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis”. O objetivo é consolidar, manter e ampliar um núcleo de pesquisa teatral com jovens da comunidade de Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, por meio de encontros diários, durante seis meses. E será finalizada com a criação de um espetáculo.
Coordenado por Egla Monteiro e Miguel Rocha, o projeto conta com o patrocínio da Petrobras e apoio cultural do SESC São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura/ Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
A base do projeto “Arte e Cidadania em Heliópolis” consiste no estudo, no treinamento, na formação de atores a partir das mais diversas expressões artísticas e na reflexão constante acerca do sentido do teatro para a sociedade. Com isso, visa possibilitar o convívio e o crescimento mútuo, com bases em princípios de cidadania e postura dialógica.
O resultado deste trabalho será a criação de um espetáculo inspirado no texto “O Dia em Que Túlio Descobriu a África”, de Ralf Rickli, que terá seu elenco formado basicamente por jovens moradores da comunidade de Heliópolis.
“A Companhia Heliópolis propôs o projeto para a comunidade, com o objetivo de unir mais pessoas que tem como objetivo o teatro. Foram chamados aqueles que quisessem participar, independente de integrar a companhia ou não, desde que tivessem o interesse em se relacionar e se desenvolver neste caminho da arte”, resume Miguel Rocha.
Uma vez selecionados, Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr e Roberto Bastos – se juntaram aos dois atores convidados, Maria Mello e Silvio Paulino dos Santos, para receberem as primeiras aulas. A equipe de professores reuniu Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam de Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal).
Nesta fase de Formação o projeto contou, ainda, com as participações da filósofa Iná Camargo Costa, que ministrou a palestra “Para que teatro?” e do professor de História Francisco Alambert, que realizou aula inaugural sobre o tema “Formação do povo brasileiro”.
Etapas – Dividido em três fases, o projeto encontra-se em seu módulo inicial, focando a formação dos jovens, tanto como artistas quanto cidadãos. Em encontros diários no SESC Ipiranga, recebem aulas de ‘fundamentos do corpo’, enfatizando a voz, o canto, a dança, o treinamento, a interpretação e a relação com os outros atores, aprimorando, assim, a maneira de pensar e criar o trabalho. Os encontros também abordam outros temas, como a função social do teatro, a formação do povo brasileiro, ética e cidadania
Ainda em maio – e depois nos meses de junho e julho –, o projeto passa a ser direcionado para a criação do espetáculo “O Dia Em Que Túlio Descobriu a África”, que envolverá dança, música, vídeo e artes plásticas. A história narra a saga de um jovem brasileiro que visita as civilizações de seus antepassados.
A intenção de direcionar a montagem à questão racial, com ênfase na questão dos negros no Brasil, leva em conta a realidade vivida na comunidade, diariamente, pelos jovens envolvidos no projeto. Elaborar artisticamente estas questões pode ser um caminho de debate, reflexão e encontro de novas perspectivas para mudar esta realidade. “Nosso teatro sonha com nada menos do que transformar o mundo. Esse é nosso comprometimento como cidadãos habitantes de um mundo onde quase tudo precisar ser reinventado, reconstruído: a vida, o teatro, as relações. O que estará no palco se relaciona diretamente com as vidas envolvidas neste projeto e com o que as afeta. Relaciona-se diretamente com as biografias desses meninos e meninas e com as reflexões e experiências que tivemos durante todo o processo vivido no projeto. É o teatro que queremos e escolhemos fazer, e que leva em conta o que somos, como somos e por que somos o que somos”, explica Egla Monteiro, coordenadora artística do projeto.
“Arte e Cidadania em Heliópolis” cumpre sua última etapa no mês de agosto, quando o espetáculo será apresentado em São Paulo, em teatro a definir. A temporada vai garantir acesso para as comunidades carentes e preços populares para o público em geral.
PERFIS
Miguel Rocha – Ator, diretor e um dos criadores da “Companhia de Teatro Heliópolis”. Estudou teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, na Escola de Dança Sandra Amaral e na escola Recriarte. Fez parte do grupo de teatro MCTA, de São Caetano do Sul, onde trabalhou como ator e assistente de direção. Foi o criador da Cia. de Teatro Heliópolis, que estreou com o espetáculo “Queda Para o Alto”, sob sua direção, com grande repercussão de público.
Em 2002/2003 participou do “Projeto Solos do Brasil”, criado, produzido e administrado por Egla Monteiro, sob coordenação artística de Denise Stoklos, onde teve aulas de dança com Hugo Rodas, de direção com Antônio Abujamra, de mímica com Luís Louis, de texto corporal com Eduardo Coutinho, de filosofia e estética com Luiz Fuganti, de canto com Caio Ferraz, teatro dinâmico e máscara neutra com Ricardo Napoleão. Deste projeto resultou o espetáculo-solo “Eu quero ver o sol nascer, mas não do jeito que vejo”, escrito e dirigido pelo próprio ator. Integrou o projeto do SESC Ipiranga “Corpo e imagem”, sob coordenação da coreógrafa Ivani Santana, e dirigiu o espetáculo infantil “Coração de Vidro”. Em 2004 participou do curso de produção ministrado por Carla Pollastrelli, organizado pela Fondazione Pontedera Teatro.
Egla Monteiro – Atriz, Diretora, Pesquisadora de solo de teatro, criadora de projetos artístico-culturais, pensadora de cultura. Uma das fundadoras da “Companhia de Solistas”, já premiada em “Sob Neblina”, espetáculo para o qual fez assistência de direção e criação de luz, contemplada pelo PAC de Dança em 2006, da Secretaria Estadual da Cultura. Trabalhou por 13 anos no SESC-SP. Foi coordenadora de programação do SESC Pompéia e do SESC Ipiranga.
Dos inúmeros projetos dos quais participou no SESC, destacam-se: “Balaio Brasil”, Série Solos de Teatro”; “Sexo, Drogas e Rock'n'roll, Elis, Essa Mulher”; “Videobrasil”, Festival Internacional de Artes Cênicas, Festival Internacional de Teatro de Animação, Festival Internacional de Teatro de Rua, Temporada SESC Outono 97 e SESC 50 Anos.
Entre os principais projetos que criou, elaborou, captou e implementou destacam-se: “Solos do Brasil”, “Turnê Água Riqueza do Brasil”, “Circulação Calendário da Pedra”, “Louise Borgeois: Faço, Desfaço, Refaço”, “Festival Denise Stoklos”, “Olhos Recém-Nascidos” e “Denise Stoklos Performance”.
A convite de Tiche Vianna e junto com ela, coordenou projeto de pesquisa com atores do TUSP/USP no segundo semestre de 2007.
Mantém parceria e interlocução artística permanente com a Companhia De Teatro Heliópolis, desde “Herzer - A Queda Para o Alto”, de 2000, além de assinar a coordenação artística do espetáculo “Meninos Do Brasil” e “Arte e cidadania em Heliópolis”.
O DIA QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA
Companhia de Teatro Heliópolis
Ficha técnica:
Coordenação e direção: Egla Monteiro e Miguel Rocha;
Texto: Ralf Rickli;
Elenco: Andreia Tamara, Cristian David, Danilo Pereira, Donizete Bonfim, Jéssica Alexandre, Julia Raquel, Vanda Mayule, Ligia Albarracin, Liu Mr, Roberto Bastos, Maria Mello e Silvio Paulino Dos Santos;
Professores: Ana Portich (ética e cidadania), Jobi Espasiano(canto), Kiusam De Oliveira (dança), Maysa Lepique(expressão vocal), Paulo Fabiano(interpretação), Ralf Rickli(estudos do texto) e Silvana Abreu (expressão corporal);
Criação de coreografia: Kiusam de Oliveira
Criação de trilha sonora: Sapopemba
Criação de vídeo: Rodrigo Gontijo
Criação de figurino: Rodrigo Nogueira
Patrocínio: Petrobras
Apoio Cultural: Sesc São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura/Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
Realização: Companhia de Teatro Heliópolis e Companhia de Solistas
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Subprefeitura Ipiranga recebe doações para Piauí e Maranhão
São aceitos alimentos não perecíveis, de pronto consumo, roupa de cama, colchão, toalhas e fraldas
A partir desta quinta-feira (14), a Subprefeitura Ipiranga será um ponto de recolhimento de doações para as famílias que moram nas regiões atingidas pelas enchentes no Piauí e Maranhão.
Os donativos serão recebidos de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. O trabalho de arrecadação é da Coordenação de Defesa Civil da Cidade de São Paulo.
Os itens prioritários serão alimentos não perecíveis, de pronto consumo, roupa de cama, colchão, toalhas e fraldas. Esta foi à solicitação para pronto atendimento vinda do Piauí.
Neste fim de semana seguiram doações arrecadadas pela Prefeitura e Governo do Estado para Teresina e outros municípios do Piauí e do Maranhão. As companhias aéreas TAM, Gol e VarigLog estão levando as doações gratuitamente, assim como os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Os donativos da população paulistana recebidos pela Defesa Civil e Subprefeituras serão encaminhados para depósitos instalados próximos ao Aeroporto de Congonhas.
Quem preferir doar em dinheiro, a opção é efetuar um depósito na conta corrente da Prefeitura de Teresina:
Banco do Brasil
PMT Enchentes 2009
Agência 3791-5
Conta corrente 7720-8
Postos de arrecadação:
Subprefeitura Ipiranga – Rua Lino Coutinho, 444 - Ipiranga
Coordenadoria Geral da Defesa Civil – Rua Afonso Pena, 130 – Bom Retiro
Horário: 2ª a 6ª-Feiras, das 8 às 17h00
A partir desta quinta-feira (14), a Subprefeitura Ipiranga será um ponto de recolhimento de doações para as famílias que moram nas regiões atingidas pelas enchentes no Piauí e Maranhão.
Os donativos serão recebidos de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. O trabalho de arrecadação é da Coordenação de Defesa Civil da Cidade de São Paulo.
Os itens prioritários serão alimentos não perecíveis, de pronto consumo, roupa de cama, colchão, toalhas e fraldas. Esta foi à solicitação para pronto atendimento vinda do Piauí.
Neste fim de semana seguiram doações arrecadadas pela Prefeitura e Governo do Estado para Teresina e outros municípios do Piauí e do Maranhão. As companhias aéreas TAM, Gol e VarigLog estão levando as doações gratuitamente, assim como os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Os donativos da população paulistana recebidos pela Defesa Civil e Subprefeituras serão encaminhados para depósitos instalados próximos ao Aeroporto de Congonhas.
Quem preferir doar em dinheiro, a opção é efetuar um depósito na conta corrente da Prefeitura de Teresina:
Banco do Brasil
PMT Enchentes 2009
Agência 3791-5
Conta corrente 7720-8
Postos de arrecadação:
Subprefeitura Ipiranga – Rua Lino Coutinho, 444 - Ipiranga
Coordenadoria Geral da Defesa Civil – Rua Afonso Pena, 130 – Bom Retiro
Horário: 2ª a 6ª-Feiras, das 8 às 17h00
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Arte e Cidadania em Heliópolis
A filósofa Iná Camargo Costa é a convidada do projeto ‘Arte e Cidadania em Heliópolis' para realizar a palestra ‘Para que Teatro', no Auditório do Sesc Ipiranga, dia 30 de abril, às 19h30. Formada e doutorada em Filosofia pela Universidade de São Paulo, ela é uma das pensadoras mais respeitadas pelos grupos de teatro de São Paulo e falará sobre a politização do segmento desde meados do século XIX.
Esta é a primeira atividade aberta do projeto ‘Arte e Cidadania em Heliópolis', que envolve jovens artistas da comunidade de Heliópolis e mais dois artistas convidados - Maria Mello e Sílvio Paulino dos Santos - e faz parte de um ciclo de estudos preparatórios para a montagem do espetáculo O Dia Em Que Túlio Descobriu a África, de Ralf Rickli, com direção de Egla Monteiro e Miguel Rocha. O projeto tem coordenação artística de Egla Monteiro e é uma realização da COMPANHIA DE TEATRO HELIÓPOLIS e da COMPANHIA DE SOLISTAS.
O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, apoio cultural do Sesc São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura/Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
PALESTRA COM INÁ CAMARGO COSTA
Tema: “Para que Teatro?”
Dia: 30 de abril de 2009 , às 19h30
Local: Auditório do Sesc Ipiranga
Endereço: Rua Bom Pastor, 822 - Ipiranga
Grátis
Esta é a primeira atividade aberta do projeto ‘Arte e Cidadania em Heliópolis', que envolve jovens artistas da comunidade de Heliópolis e mais dois artistas convidados - Maria Mello e Sílvio Paulino dos Santos - e faz parte de um ciclo de estudos preparatórios para a montagem do espetáculo O Dia Em Que Túlio Descobriu a África, de Ralf Rickli, com direção de Egla Monteiro e Miguel Rocha. O projeto tem coordenação artística de Egla Monteiro e é uma realização da COMPANHIA DE TEATRO HELIÓPOLIS e da COMPANHIA DE SOLISTAS.
O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, apoio cultural do Sesc São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura/Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias do Governo do Estado de São Paulo.
PALESTRA COM INÁ CAMARGO COSTA
Tema: “Para que Teatro?”
Dia: 30 de abril de 2009 , às 19h30
Local: Auditório do Sesc Ipiranga
Endereço: Rua Bom Pastor, 822 - Ipiranga
Grátis
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Programa de Metas será debatido no Ipiranga
A Subprefeitura Ipiranga realizará na quarta-feira, 22 de abril, Audiência Pública Regional sobre o Plano de Metas. A reunião tem por objetivo apresentar, analisar, debater e apreciar as propostas do Programa de Metas da Cidade de São Paulo, Agenda 2012.
Batizado de Agenda 2012, o Programa de Metas foi apresentado pela Prefeitura de São Paulo, no dia 31 de março e está disponível pelo site www.prefeitura.sp.gov.br/agenda2012.
O programa foi criado a partir da emenda 30 à Lei Orgânica do Município, aprovada no ano passado. A Agenda 2012 tem objetivos, ações e metas que devem ser cumpridos pela Prefeitura até 31 de dezembro de 2012. O objetivo é tornar a capital uma cidade mais justa, eficiente, criativa e sustentável.
Na audiência, a população poderá tomar conhecimento das metas de gestão e dos indicadores das diversas áreas da administração municipal para a região do Ipiranga e para a cidade como um todo. As audiências são abertas para todos os munícipes e a participação da população é fundamental nesses debates, pois é ela quem ajudará a Prefeitura a fiscalizar o andamento do programa. Conforme a lei, o plano deverá ser compatível com o programa eleitoral e promover o desenvolvimento sustentável e a inclusão social com redução das desigualdades regionais e sociais. É fundamental a participação de todos, já que o Programa de Metas poderá ser revisto e qualificado a partir dos debates com a população!
Subprefeitura: Ipiranga
Data: 22 de abril, quarta-feira
Horário: 19h30
Endereço: Auditório da Subprefeitura – rua Lino Coutinho, 444
Batizado de Agenda 2012, o Programa de Metas foi apresentado pela Prefeitura de São Paulo, no dia 31 de março e está disponível pelo site www.prefeitura.sp.gov.br/agenda2012.
O programa foi criado a partir da emenda 30 à Lei Orgânica do Município, aprovada no ano passado. A Agenda 2012 tem objetivos, ações e metas que devem ser cumpridos pela Prefeitura até 31 de dezembro de 2012. O objetivo é tornar a capital uma cidade mais justa, eficiente, criativa e sustentável.
Na audiência, a população poderá tomar conhecimento das metas de gestão e dos indicadores das diversas áreas da administração municipal para a região do Ipiranga e para a cidade como um todo. As audiências são abertas para todos os munícipes e a participação da população é fundamental nesses debates, pois é ela quem ajudará a Prefeitura a fiscalizar o andamento do programa. Conforme a lei, o plano deverá ser compatível com o programa eleitoral e promover o desenvolvimento sustentável e a inclusão social com redução das desigualdades regionais e sociais. É fundamental a participação de todos, já que o Programa de Metas poderá ser revisto e qualificado a partir dos debates com a população!
Subprefeitura: Ipiranga
Data: 22 de abril, quarta-feira
Horário: 19h30
Endereço: Auditório da Subprefeitura – rua Lino Coutinho, 444
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Operação Cata-Bagulho vai passar pela Vila Gumercindo no dia 18
A Subprefeitura Ipiranga realiza a 5ª Operação Cata-Bagulho do ano no dia 18 de abril, sábado, a partir das 9h30, na Vila Gumercindo e Bosque da Saúde.
A ação tem expectativa de atender 13 mil residências em uma área de 2,48 km², próximo às avenidas Gentil de Moura, Ricardo Jafet, Itaboraí, Camilo Castelo Branco, Cursino, Marcos Fernandes, Manoel Carneiro Silva, Bosque da Saúde, Tiquatira, Sebastião do Rego, entre outras.
A operação vai recolher madeiras, metal, móveis e pneus velhos deixados nas calçadas em frente às casas dos moradores. "Se um móvel velho vira um incômodo, é melhor esperar o cata-bagulho do que jogá-lo na rua ou entregá-lo a um carroceiro e transferir o problema para toda a vizinhança", diz o subprefeito do Ipiranga.
Desde o começo de 2005, o Cata-Bagulho já recolheu mais de 1.380 toneladas de material descartado pela população.
Mais informações: 2808-3600.
A ação tem expectativa de atender 13 mil residências em uma área de 2,48 km², próximo às avenidas Gentil de Moura, Ricardo Jafet, Itaboraí, Camilo Castelo Branco, Cursino, Marcos Fernandes, Manoel Carneiro Silva, Bosque da Saúde, Tiquatira, Sebastião do Rego, entre outras.
A operação vai recolher madeiras, metal, móveis e pneus velhos deixados nas calçadas em frente às casas dos moradores. "Se um móvel velho vira um incômodo, é melhor esperar o cata-bagulho do que jogá-lo na rua ou entregá-lo a um carroceiro e transferir o problema para toda a vizinhança", diz o subprefeito do Ipiranga.
Desde o começo de 2005, o Cata-Bagulho já recolheu mais de 1.380 toneladas de material descartado pela população.
Mais informações: 2808-3600.
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