sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Vai começar uma das maiores obras no Ipiranga



Prefeitura começa as obras do córrego Ipiranga neste semestre.
São 1.600 metros de canalização, dois piscinões que juntos irão armazenar 310 mil metros cúbicos. Esta obra tem recursos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, num total de R$ 200 milhões.
As obras incluem a construção de 1 reservatório, ampliação e adequação hidráulica da Lagoa Aliperti, ampliação do canal do Ipiranga desde o Viaduto Aliomar Baleeiro até a Avenida Bosque da Saúde e construção de canal extravasor desde a Lagoa Aliperti até o reservatório junto às alças do viário do Viaduto Aliomar Baleeiro.
A nascente do córrego Ipiranga está localizada dentro do Parque do Estado, zona sul. A bacia tem 23 km² de área de drenagem, com cerca de 82% urbanizado, e os 18% restantes são representados pelo Parque do Estado. Seu curso principal segue por meio de galerias, até deságuar na lagoa Aliperti, próximo da rua Dr. José Bento Ferreira. O fluxo neste ponto é direcionado por meio de galeria sob a Rodovia dos Imigrantes, até o início do canal aberto, que fica a jusante do viaduto Ministro Aliomar Baleeiro, perto da avenida Fagundes Filho. O canal aberto tem geometrias variadas, e segue pelas avenidas Professor Abraão de Moraes, Ricardo Jafet, e Teresa Cristina, até desaguar no rio Tamanduateí, totalizando cerca de 9km.
    
 Assista o vídeo de 5 minutos





quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Bloco Manga Rosa sai às ruas do Cursino




O Bloco Grêmio Recreativo Carnavalesco Manga Rosa sairá às ruas do Cursino no sábado, 07, a partir das 13h. O trajeto é o seguinte: avenida do Cursino, rua Francisco Dias, rua André Mendes, rua Marcos Fernandes, rua Filipe Cardoso, rua França Junior, rua Francisco Dias, finalizando às 18h também na avenida do Cursino. A cconcentrarão: em frente ao Bar do Lopes (Avenida do Cursino com Rua Francisco Dias)

O bloco foi pensando no resgate dos carnavais de rua de São Paulo, na integração de famílias dos amigos e na diversão que o fundador e presidente do Bloco Manga Rosa, Paulo Duarte, criou o bloco. Sua fundação data de 26 de janeiro de 2008.

A música oficial são as marchinhas de carnaval tocadas por uma animada banda.
Seu nome, Manga Rosa, presta homenagem a duas escolas de samba: Estação Primeira de Mangueira (RJ) e Sociedade Rosas de Ouro (SP). Suas cores, Verde, Rosa e Azul, representam uma junção das cores das escolas homenageadas.


Quem: Bloco Manga Rosa

Quando: desfile dia 07/02

Hora: das 13hs as 18hs.

Previsão: 200 pessoas

Percurso: Av. do Cursino, Rua Fco Dias, Rua Filipe Cardoso, Av. Cursino, Rua Araxás, Rua Quisiana, Av. do Cursino.
Concentração: Em frente ao Bar do Lopes(Av do Cursino com Rua Francisco dias)

Responsável: Sr. Paulo Vieira



quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Operação Urbana Mooca Vila Carioca encerra ciclo de audiências públicas


Operação Urbana Mooca Vila Carioca encerra ciclo de audiências públicas
Realizado no CEU Meninos, o encontro reuniu 218 participantes para discutir e apresentar o relatório de impacto ambiental aos moradores dos Bairros do Tamanduateí.


Na noite do último dia 8 de dezembro, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) e a SP Urbanismo realizaram no CEU Meninos o último ciclo de audiências públicas para discutir e apresentar o relatório de impacto ambiental EIA-RIMA aos moradores dos Bairros do Tamanduateí. O documento visa a obtenção de licenciamento ambiental para o perímetro da intervenção.
A mesa da audiência foi composta por Ocleres Harkot, secretária executiva do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Julio Cesar Reis, diretor do Departamento de Controle de Qualidade Ambiental, Gustavo Partezani Rodrigues, diretor da São Paulo Urbanismo, Tomás Cortez Wissenbach, Diretor do Departamento de Produção e Análise de Informação (DEINFO) e Alcides Gaspareto Júnior, subprefeito do Ipiranga.
Dentre os objetivos da Operação Urbana, que incluem, por exemplo, infraestrutura, lazer e cultura, pretende-se também destinar mais de 50% dos investimentos para Habitação de Interesse Social (HIS), equipamentos públicos e áreas verdes, no perímetro que abrange os bairros da Mooca, Cambuci, Ipiranga, Vila Zelina, Vila Prudente e Vila Carioca.
O encontro teve 218 participantes e 8 manifestações. Durante as três audiências, participaram mais de 600 pessoas e mais de 20 manifestações. Agora os técnicos da Secretaria do Verde e Meio Ambiente avaliarão a apresentação, seus apontamentos e o Estudo de Impacto Ambiental EIA – RIMA onde elaboram parecer de recomendações e/ou exigências para emitirem a Licença Prévia Ambiental – LAP.
Com a LAP, é elaborada a minuta do Projeto de Lei da OUC e novamente se abre o debate junto às audiências públicas, com posterior encaminhamento à Câmara Municipal, ainda em 2015 conforme artigo 76 do PDE – ARCO TAMANDUATEÍ




quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Preto x Branco em 2014


Pretos x Brancos em 2014

 

 

Gilberto da Silva

Assessoria de Imprensa 

Secretaria das Subprefeituras

Subprefeitura Ipiranga

28083613 / 28083662/ 96051-2610/ 991286378

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/ipiranga/

 

 


“Esta mensagem, incluindo seus anexos, é confidencial e seu conteúdo é restrito ao destinatário da mensagem. Caso você a tenha recebido por engano, queira, por favor, retorná-la ao destinatário e apagá-la de seus arquivos. É expressamente proibido o uso não autorizado, replicação ou disseminação da mesma. As opiniões contidas nesta mensagem e seus anexos não necessariamente refletem a opinião do órgão emissor”.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Museu do Ipiranga recebe Skate Racing Festival neste final de semana



São Paulo, novembro de 2014 – No próximo domingo, 30/11, o evento Skate Racing Festival traz para a ladeira do Museu do Ipiranga uma corrida de skate com obstáculos para agitar o público, com entrada gratuita. Será a primeira vez que essa modalidade, a Boarder Cross, acontece no local. A competição, que reunirá 48 atletas, será realizada das 10h às 17h00. 

Os competidores que vão encarar o desafio serão divididos em duas categorias: Masculino Open, com 32 atletas, e Feminino Open, com 16 atletas. Diversos atletas profissionais vão mostrar suas melhores manobras e alcançar altas velocidades.  Entre os confirmados, estarão presentes Rogerio Nogueira, o Sammy, e Thiago Bomb a. 

A cidade que tem o maior número de praticantes de skate do país vai conferir de perto as manobras incríveis sobre as rodinhas. Além de uma atração para os amantes do esporte, o evento ainda será uma opção de passeio para toda a família.  

O evento é uma realização da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação da Prefeitura de São Paulo. 

SERVIÇO
Skate Racing Festival
Data: 30 de novembro (domingo)
Horário: das 10h00 às 17h00
Local: ladeira do Museu do Ipiranga
Entrada: Gratuita

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Começam as oficinas para debater e receber as propostas da população para a revisão da Lei de Zoneamento


A Oficina da Subprefeitura Ipiranga será no dia 29 de novembro, das 8 às 13:30, no CEU Parque Bristol que fica na rua Professor Artur Primavesi, s/n. Participe !


Depois da realização do maior processo participativo da história de São Paulo, durante a revisão do Plano Diretor Estratégico, a Prefeitura convida a população para mais uma etapa de revisão dos instrumentos de planejamento urbano da cidade. O objetivo agora é revisar e atualizar as regras de parcelamento, uso e ocupação do solo (Lei de Zoneamento). Durante os meses de outubro, novembro e dezembro, serão realizados encontros nas 32 subprefeituras, audiências públicas e disponibilizadas ferramentas de participação digital, além da disponibilização de todas as informações em formato aberto no www.gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br.

A recente revisão do PDE (Lei 16.050/14) trouxe novas estratégias de desenvolvimento urbano que requerem a adequação das regras de parcelamento uso e ocupação do solo. Além disso, a revisão do zoneamento é uma oportunidade de superar alguns problemas enfrentados na aplicação da lei vigente, de forma a facilitar a compreensão da legislação e trazer mais segurança aos proprietários, investidores, moradores e ao próprio Poder Público na sua aplicação. A lei de zoneamento divide o território em porções denominadas zonas e cada zona reúne um conjunto de regras para um determinado local. E é com base nessas regras que a Prefeitura autoriza a construção de novos edifícios e a instalação de novas atividades nos bairros (por meio de alvarás e licenças de funcionamento).

As propostas de revisão foram traçadas pela Prefeitura e debatidas com o Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU) e a Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU). Para tanto, o CMPU criou duas comissões internas para acompanhamento dos trabalhos de revisão, cada uma delas contou com a participação de representantes da sociedade dos setores econômicos, profissional, movimentos sociais e entidades ligadas à universidade ou ONG, qualificando ainda mais esse canal de diálogo com a população.

Destaques da proposta de revisãoPrimeiramente é importante reconhecer que o Zoneamento não é um instrumento autônomo e independente do Plano Diretor Estratégico (PDE). Pelo contrário, deve garantir a concepção de cidade que está colocada no PDE. Assim, o Zoneamento tem a função de estabelecer os usos possíveis e as regras para ocupação de cada lote da cidade, atendendo às expectativas do Plano Diretor. Trata-se de uma mudança de escala de regulação: das Macroáreas e Eixos do Plano Diretor para quadras e lotes no Zoneamento. E para diferenciar as regras nos bairros e regiões da cidade são estabelecidas zonas. Tendo em vista as inovações e mudanças trazidas no PDE, é importante analisar as regras e propor adequações nas zonas em relação à legislação vigente (Lei 13.885/04), conheça os principais destaques:
Consideração da cidade real
A situação de irregularidade das regiões periféricas requer uma atenção especial para que esta enorme porção do município consiga se desenvolver dentro dos preceitos da regulação urbana. Para tanto, pretende-se, por exemplo, simplificar as regras de parcelamento, uso e ocupação para lotes pequenos e induzir a instalação de usos não residenciais nessas regiões.

Simplificação do instrumento ZoneamentoA complexidade da lei vigente, que dificulta sua aplicação, será superada por sua simplificação, por exemplo, por meio da dissociação do Zoneamento dos Planos Regionais das Subprefeituras e pela não variação de regras de um mesmo tipo de zona conforme as Subprefeituras, mas sim por macroárea, quando necessário. Aos Planos Regionais das Subprefeituras caberá a articulação das políticas setoriais nas Subprefeituras, bem como propor a aplicação dos instrumentos do PDE.
Proteção à atividade produtiva
A manutenção das Zonas Predominantemente Industriais – ZPI e a criação das Zonas de Desenvolvimento Econômico – ZDE, tem como objetivo garantir (ZPI) bem como conjugar (ZDE) atividades industriais de forma integrada aos bairros e incentivar atividades produtivas relacionadas à inovação e tecnologia.

Preservação dos bairros
Para contribuir com a preservação dos bairros, o novo Zoneamento mantém as Zonas Especiais de Preservação Cultural (ZEPEC) e as Zonas Exclusivamente Residenciais (ZER) e cria novas zonas, como a Zona Predominantemente Residencial (ZPR), que foi estabelecida no Plano Diretor. Com essas zonas e novas regras (lote máximo) e instrumentos (Área de Impacto Cumulativo), pretende-se ampliar a diversificação de usos na cidade, sem abrir mão da preservação da qualidade de vida nos bairros.
Emprego e moradia nas proximidades do transporte público
Por outro lado, nos territórios onde existe a infraestrutura de transporte coletivo instalada, pretende-se promover uma uma maior transformação. Esta sendo proposta a Zona Eixo de Estruturação (ZEU) nas áreas de Eixos de Estruturação da Transformação Urbana estabelecidos no PDE. E para fazer a transição com os bairros a serem preservados, foram propostas Zonas Centralidades (ZC) e Zonas Corredores (ZCorr) que se distribuem majoritariamente nas quadras ao longo das vias estruturais e referenciais da cidade que não fazem parte dos eixos. Essas zonas e a lógica de distribuição na cidade reforçam a organização do território numa estrutura urbana em rede, conforme orientação do PDE.


Cota AmbientalSeguindo as orientações do PDE, o novo zoneamento deve promover a qualificação ambiental da cidade, um objetivo que pode virar realidade graças a uma série de ações, inclusive com a aplicação da cota ambiental. A cota ambiental funciona como uma contribuição de cada lote da cidade para a melhoria da qualidade da paisagem e redução do problema das ilhas de calor e da gestão integral das águas (enchentes e carência da água). Esse instrumento propõe que alguns parâmetros sejam levados em conta pela Prefeitura na hora de liberar a construção de novos empreendimentos. Para alcançar a pontuação mínima, os projetos terão a disposição uma série de possibilidades de parâmetros, dentre elas a construção de cobertura verde, reservatório de retenção de águas coletadas e plantio de árvores.

Área de Impacto CumulativoPara contribuir com a gestão de impactos urbanísticos (hoje feita somente por meio da exigência do Estudo de Impacto de Vizinhança para alguns grandes empreendimentos) pretende-se também adotar novas medidas de gestão dos impactos em empreendimentos menores mas que, quando concentrados em alguns bairros, geram incomodidade à vizinhança. Para tanto, foi proposta a Área de Impacto Cumulativo, que incide em alguns bairros que apresentam esse tipo de concentração de usos incômodos, como bares, por exemplo. Por meio desse instrumento, pretende-se estabelecer um plano de medidas a serem executadas pelo Poder Público em parceria com os estabelecimentos e, de forma pactuada, mitigar o conflito existente.

Lote MáximoOutra inovação é a proposta do lote máximo. A legislação vigente, por exemplo, não limita o tamanho de condomínios residenciais, o que pode fazer com que um empreendimento ocupe uma quadra inteira sem dialogar com a vizinhança. Com a novidade, tudo que for acima do lote máximo (ou seja, maior que uma quadra), deverá passar por um projeto de loteamento e atender determinadas regras de ocupação, o que deve proporcionar melhor interface entre o lote e a cidade.

Estímulo ao uso da bicicleta e à mobilidade urbana sustentávelPartindo do entendimento de que o zoneamento também pode contribuir com a mobilidade urbana sustentável, uma das novidades propostas é a exigência de vestiário e de um número mínimo de vagas para bicicleta em novos empreendimentos. Dessa forma, os edifícios estarão incentivando o uso de meios não motorizados e facilitando a utilização de bicicletas por usuários do local.
 
A Oficina da Subprefeitura Ipiranga será no dia 29 de novembro, das 8 às 13:30, no CEU Parque Bristol que fica na rua Professor Artur Primavesi, s/n. Participe !

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